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6 de out. de 2010

Os negócios são complexos, mas as propostas de valor simples são fáceis de entender,

Seis lições de Terry Leahy, CEO da Tesco

Os acionistas da Tesco podem ficar tranquilos, pois a rede varejista saiu-se bem na crise e tende a crescer de maneira sustentável, sob a orquestração de Terry Leahy, o CEO corajoso que será um dos palestrantes da ExpoManagement 2010 da HSM.

Cavaleiro da Rainha, Sir Terry Leahy, líder da rede britânica de varejo Tesco, que atua em 14 países, com frequência tem seu nome acompanhado pelos adjetivos “visionário” e “destemido”, por ser um capaz de tomar decisões corajosas voltadas para o futuro.

Leahy ingressou no curso de formação de gerentes da Tesco em 1979 e foi nomeado CEO em 1997. Durante os primeiros anos deste milênio, a rede quintuplicou seu número de lojas, que hoje é de mais de 4.800 unidades. No relatório de resultados preliminares 2009/2010, divulgado em 20 de abril (com números relativos às 52 semanas que terminam em 27 de fevereiro), vemos faturamento bruto global de 62,5 bilhões de libras, o que representa 6,8% de crescimento em relação ao período anterior. O lucro antes de impostos aumentou 10,4% e atingiu 3.176 milhões de libras.

No mesmo relatório, o CEO anuncia forte crescimento e diz: “Ao permanecer focada em sua estratégia, a Tesco resistiu bem à tempestade econômica”. Ele não faz segredo sobre em que se baseia tal estratégia: no cliente. Nos meses difíceis, a estrutura de custos foi adaptada para ajudar os consumidores a economizar quando precisavam e a fazer mimos a si mesmos, quando desejassem.

“Nossa situação nos mercados internacionais e de não-alimentos mostra que enfrentamos fortes ventos contrários, mas são esses segmentos de nossa empresa que crescerão mais rapidamente, conforme a recuperação econômica se fortaleça”, explica. Operações mais enxutas, melhor participação de mercado, aquisições bem-sucedidas e forte programa de desenvolvimento orgânico parecem ter pavimentado o caminho para o crescimento sustentável.

A estratégia da rede baseia-se em cinco objetivos:
1. ser um varejista internacional;
2. manter a operação central britânica forte;
3. ser tão forte em não-alimentos como em alimentos;
4. desenvolver serviços de varejos;
5. colocar a comunidade no coração de tudo o que faz.

No princípio, era o quiosque

A história de sucesso da Tesco começa em 1919, quando Jack Cohen investiu seu soldo de ex-combatente da Primeira Guerra Mundial na comercialização de produtos de mercearia em uma banca em Londres. O nome Tesco, inicialmente uma marca própria de chá, surgiu em 1924. A primeira loja Tesco foi aberta em 1929, mas somente 27 anos depois é que foi inaugurada uma unidade em autosserviço. O capital da empresa foi aberto no final dos anos 1940. No início da década de 1960, a Tesco acelera sua expansão ao comprar mais de 350 lojas, o que lhe valeu uma citação no Guiness Book of Records como a maior rede da Europa.

Em 1974, são abertos seus primeiros postos de gasolina, transformando a Tesco no maior varejista de combustível da Grã Bretanha. Mais tarde vieram os serviços financeiros e de viagens, a livraria,o supermercado online, o banco eletrônico e os serviços de banda larga e de download de músicas.

Atualmente com quatro formatos de lojas, a Tesco preocupa o gigante WalMart e leva ao Leste Europeu, à Ásia, aos Estados Unidos e à Europa, por meio de 472 mil funcionários, seu modo de fazer negócios abrangendo as práticas locais. Durante o World Business Forum de Nova York 2008, organizado pela HSM, Leahy declarou: “Nossos supermercados na Califórnia e em Xangai, Londres e Tóquio não oferecem os mesmos produtos e as mesmas marcas. Nem mesmo o layout das lojas é igual em todos esses países. O que têm em comum é a completa dedicação ao cliente”.

Seis lições da expansão

Em sua palestra, o CEO compartilhou o que aprendeu com a expansão mundial da rede:

1. Ao abordar um problema, não se deve imaginar como a concorrência o resolveria, e sim pensar em como atender melhor o cliente. “São os clientes que estabelecem as prioridades, a estratégia, e não a concorrência. Isso lhe faz ter de volta o controle do negócio”, disse.

2. Faça tudo de modo simples. Os negócios são complexos, mas as propostas de valor simples são fáceis de entender, as ações simples são mais rapidamente executadas e os sistemas simples custam menos. “Se puder alcançar a simplicidade, verá seu poder.”

3. A implementação importa tanto quanto a estratégia. É preciso planejar como colocar a estratégia em prática o tempo todo. “Você pode ter a melhor estratégia do mundo, mas, se ela nunca sair do papel, é tudo o que será: um pedaço de papel.”

4. Pense localmente. “No varejo, isso é crítico. Gostos e culturas variam no mundo todo.”

5. Em tempos de mudança, mude. “Pense no mundo como ele está e não como planejou que seria ou como gostaria que fosse.”

6. Confie nas pessoas. Permita-lhes assumir riscos, inovar e experimentar. Isso constrói confiança, inspira novas ideias e fortalece toda a organização. “Cria uma empresa com cultura empreendedora. Uma cultura dos pequenos negócios, ágil e rápida”, alertou Teahy.

Ele completa: “A mudança seria impossível na Tesco, não fosse nossa boa equipe. Essa é a base do sucesso e a razão pela qual os gestores passam a maior parte do tempo motivando e fazendo com que as pessoas se sintam valorizadas e respeitadas pelo trabalho que realizam”.

Referências Bibliográficas

HSM MANAGEMENT. “Capitão de Tormentas”. HSM Management, São Paulo, n. 74, ano 13, v. 3, p. 116-58, mai/jun 2009.

WORLD BUSINESS FORUM 2008, Nova York. Palestra de Sir Terry Leahy. São Paulo: HSM Management, mai. 2009

TESCO PLC PRELIMINARY RESULTS 2009/10. Disponível online em: <http://www.tescocorporate.com> Acesso em: 11 jun. 2010.

Por Alexandra Delfino de Sousa, administradora de empresas e diretora da Palavra-Mestra.

HSM Online
14/06/010

2 de ago. de 2010

Há 396 empreendimentos desse tipo.

Brasil terá 12 novos shoppings até o fim do ano

Já em 2011, serão pelo menos mais 29 shoppings, totalizando 439 em todo o País

Explosão de consumo provocada pela alta do crédito e da
renda do brasileiro aumenta a expectativa da construção
de mais shoppings centers
São Paulo - Com os corredores climatizados cada vez mais cheios, a indústria de shopping centers aumenta a velocidade de expansão no Brasil ao sabor da maré mais favorável já vivida pelo setor. Após a inauguração de quatro grandes shoppings no primeiro semestre, outros 12 abrirão as portas até o fim do ano. Em 2011, serão pelo menos mais 29 shoppings, totalizando 439 em todo o País. Atualmente, há 396 empreendimentos desse tipo.

A conta é da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce) que só considera empreendimentos com mais de 5 mil metros quadrados de área locável. Incluindo shoppings menores, a Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop) prevê que o País fechará 2010 com mais de 750 centros em funcionamento e ganhará outros 200 até 2015 - ou seja, 40 por ano.

O principal impulso do movimento vem da explosão de consumo provocada pela alta do crédito e da renda do brasileiro, que resistiu à crise e tem ajudado as vendas dos shoppings a crescerem acima do comércio em geral. Em 2009, o varejo cresceu 5,9%. Os shoppings tiveram alta nas vendas de 10% e faturamento de R$ 71 bilhões. Para 2010, a previsão é de alta de 12%.

Não são apenas os consumidores que estão de bolso cheio. Outro fator que influencia o investimento em novos shoppings é a musculatura financeira que as administradoras de shoppings alcançaram no mercado de capitais. Os principais grupos brasileiros abriram capital nos últimos anos e arrecadaram mais de R$ 4 bilhões na Bolsa.

"O crescimento atual é o dobro da média dos últimos cinco anos, o que mostra a pujança do setor", diz Nabil Sahyoun, presidente da Alshop. "Depois que abriram capital, as empresas ficaram com caixa, estocaram terrenos e estão com todas as condições para os investimentos." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

02/08/2010 | 10h33



22 de jul. de 2010

A alta de juros adotada pelo Banco Central está sendo excessiva e pode prejudicar as vendas de varejo adiante.

IDV: vendas do varejo atingirão pico de alta em setembro


São Paulo - O Índice Antecedente de Vendas (IAV), apurado pelo Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV), indica que a expectativa do comércio é de que as vendas subam 5,6% em julho, ante o mesmo mês do ano passado, e aumentem 6,2% em agosto ante o mesmo mês de 2009.




Segundo o indicador, divulgado hoje, os dirigentes de estabelecimentos comerciais vinculados ao IDV, que representam cerca de um terço do faturamento do varejo no Brasil preveem que as vendas atinjam em setembro um pico de 6,5% em relação ao mesmo período de 2009.
"Esses números indicam que o varejo apresenta uma expansão consistente que deve ser mantida nos próximos meses em função de alguns fatores como alta geração de emprego, avanço da renda da população e aumento da concessão de crédito", explicou Flávio Rocha, conselheiro do IDV e presidente das Lojas Riachuelo. De acordo com Marcelo Waideman, economista-chefe da GS&MD Gouvêa de Souza, o índice deve antecipar em cerca de 120 dias o movimento das vendas de varejo, apurado pela Pesquisa Mensal do Comércio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
"As vendas do setor em setembro, por exemplo, serão divulgadas pelo IBGE em novembro, enquanto o IAV já pode hoje indicar qual é a tendência para aquele mês", afirmou Waideman. Segundo ele, é perguntado às 33 empresas vinculadas ao IDV qual é o sentimento de vendas para o mês corrente e dois meses adiante em relação ao mesmo período do ano anterior, o que tira qualquer efeito sazonal. De acordo com Flávio Rocha, a evolução do nível de atividade, a despeito da desaceleração que já ocorre a partir do segundo trimestre, deve levar o varejo a registrar um bom desempenho neste ano e apresentar um aumento de vendas de 10% em 2010, ante 2009.
Juros
Rocha avaliou ainda que o aperto monetário defendido pelo Banco Central (BC) desde abril pode "colocar um freio de mão nas vendas do varejo" no fim deste ano e no início de 2011. "O Brasil está em expansão sustentável e não existe inflação alta. Ao contrário, o IPCA-15 de julho apresentou deflação (0,09%)", disse, em referência ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo - 15.
"Os aumentos de juro pelo Banco Central estão sendo muito fortes e deveriam ser mais graduais. Não há nenhuma razão para a Selic estar no atual patamar (10,75% ao ano), que é bem mais alto do que é praticado na Grécia e na Espanha", comentou, citando países que fazem parte da zona do euro e passam por sérias dificuldades econômicas.
Para Rocha, os juros altos já começam a influenciar a intenção de compra dos consumidores. No entanto, ele avalia que as vendas no decorrer do ano devem apresentar um desempenho favorável. Mas ele teme que a força do aperto monetário possa até prejudicar as vendas do setor no fim do ano. "A alta de juros adotada pelo Banco Central está sendo excessiva e pode prejudicar as vendas de varejo adiante, pois já dão sinais de arrefecimento", apontou.
Na avaliação do empresário, a alta de juros pode trazer efeitos no final do ano, com o fim da queda da inadimplência por parte dos consumidores. Porém, ele ressalta que a criação de cerca de 2 milhões de empregos formais neste ano deve atenuar a influência negativa da elevação da Selic sobre o adiamento da quitação de prestações por parte das famílias.
Rocha disse ter esperança de que o próximo governo tenha uma atenção especial para a política monetária e reduza o patamar de juros registrados hoje no Brasil. "Além da redução de juros, será também importante uma melhora expressiva da gestão das contas públicas", comentou. "Com a redução dos gastos oficiais, os juros de longo prazo tendem a cair."
Para ele, a redução de tais taxas deve auxiliar a queda da Selic no curto prazo, o que trará dois efeitos positivos: diminuir o impacto dos juros sobre a dívida pública federal e permitir o aumento dos investimentos do setor privado. "No varejo, por exemplo, o custo financeiro é muito elevado e a queda dos juros vai ajudar a reduzir tais despesas, o que deve ampliar os investimentos e a geração de mais empregos", analisou.
Ricardo Leopoldo,  | 22/07/2010 | 14:12

19 de jul. de 2010

O supermercado brasileiro cada vez mais automatizado.

Mercados na Era digital



Mercados na Era digital

Entrar em um supermercado e ser identificado por meio de uma rede sem fio daempresa; em vez de mostrar os documentos na hora da compra com o cartão de crédito,colocar apenas o dedo no leitor biométrico, parece coisa de cinema, mas não é mais. Alguns supermercados já adotaram essas práticas para oferecer um serviço inovador e com rapidez.
Assim como o Pão de Açúcar do Iguatemi, os clientes recebem um aparelho portátil com leitor de código de barras e usam carrinhos com monitores para acompanhar o valor da compra a cada produto selecionado.
Já para quem não gosta de ficar carregando as compras, o supermercado oferece o"Personal Shop", um serviço que o consumidor seleciona as compras pelo código de barras e programa a entrega em casa, sem ter que ir até o caixa, empacotar e levar até o carro.
Na unidade do Panambi, não é necessário nem ter os documentos nas hora de pagar com cartão de crédito, o mercado já adotou a tecnologia de leitura biométrica.
Além do Pão de Açúcar, unidades do hipermercado Extra em Brasília implantaram as etiquetas digitais, que permitem a mudança automática dos valores de cada produto, assim como acontecem com mudanças repentinas em promoção.
Na rede Walmart, essa modernidade é uma consciência social e ambiental. Há caixas específicos e mais rápidos para quem não usar sacolas plásticas.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Comerciários, a tendência é que os mercados se tornem cada dia mais informatizados, já que com isso existe ganho de tempo e reduzem a mão de obra.

Com tanta tecnologia ao nosso favor, vai ser difícil se aborrecer em um supermercado agora, não é?

Karen Möller | 19/7/2010 | 9h


18 de jul. de 2010

A meta é destinar 0,20% do faturamento em treinamentos. A rotatividade de trabalhadores no varejo como um todo pode chegar a 50% ao ano.

Pernambucanas investe em funcionários para evitar rotatividade

No ano passado, a empresa ofereceu programas de profissionalização a 8.416 funcionários

Lojas Pernambucanas querem reverter a alta rotatividade de trabalhadores.

São Paulo - A Pernambucanas optou por investir em treinamento e especialização de funcionários como estratégia para reverter a alta rotatividade de trabalhadores, característica presente no setor varejista.
A rede de lojas inaugurou em 2005 em São Paulo sua Universidade Corporativa do Varejo que, no ano passado, ofereceu programas de profissionalização a 8.416 funcionários.
Sem citar uma relação quantitativa, a empresa passou a associar a retenção de pessoal à participação em treinamentos na universidade.
"Nenhum gerente da Pernambucanas veio do mercado, todos começaram na loja. Na estratégia da empresa, o investimento em treinamento é tão importante quanto a abertura de lojas, por exemplo", disse em recente entrevista à Reuters a diretora de Recursos Humanos da Pernambucanas, Julieta Nogueira.
Segundo ela, o investimento em treinamento corresponde a 0,18 por cento do faturamento anual da Pernambucanas que, em 2009, foi de 4,2 bilhões de reais. Além disso, para manutenção da universidade, a empresa desembolsa cerca de 2 milhões de reais a cada ano.
"A meta é destinar, em média, 0,20 por cento do faturamento a treinamentos", afirmou ela, ressaltando que a rotatividade de trabalhadores no varejo como um todo pode chegar a 50 por cento ao ano.
O cenário é motivado principalmente por fatores como salários pouco atraentes e jornada de trabalho pesada, tornando necessário um plano de carreira por parte das empresas para que os trabalhadores não busquem migrar para outro setor ou empresa.
Na visão da professora do Programa de Administração do Varejo da Fundação Instituto de Administração (FIA), Suzana Dias, a rotatividade no varejo precisa ser foco de atenção do setor, que tem nos funcionários seu canal direto com os consumidores.
"Muitos (funcionários) são iniciantes, sem formação, representando mão de obra de baixo custo, e precisam ser treinados. A preocupação das grandes empresas de varejo deve ser treinamento", disse Suzana.
De acordo com a professora, o tempo médio de permanência de um trabalhador em uma rede varejista costuma ser de um ano, em média. "A rotatividade (anual) fica entre 30 e 50 por cento na maioria das empresas."
Após reter contratações no período da crise financeira mundial, está criando vagas por meio da abertura de lojas. Até o final deste ano, a empresa deve inaugurar quatro novas unidades de médio porte no país, sendo duas em shopping centers, elevando o total para 273 lojas no país.
Executivos
No topo da pirâmide do varejo, o quadro é diferente. Acompanhando o movimento de consolidação vivido pelo setor, profissionais altamente qualificados chegam a ser disputados entre as concorrentes.
Em março do ano passado, Marcelo Silva trocou seis anos de presidência na Pernambucanas pelo cargo de diretor de Operações no Magazine Luiza. Cerca de sete meses depois, Silva levou Abel Ornelas, diretor de Operações na ocasião, para a concorrente.
No mês passado, Dilson Santos, que ocupava a superintendência da Pernambucanas interinamente, deixou a empresa, após passar também pela C&A. Santos foi substituído pelo diretor financeiro Jiovanini Ciccone.
"Essa dança das cadeiras existe, é uma realidade", reconheceu a diretora de Recursos Humanos da Pernambucanas.
Vivian Pereira | 17/06/2010 | 15:18 |  

30 de jun. de 2010

Dia 12 tem o Senac Varejo, um circuito de palestras e workshops é voltado exclusivamente aos gestores e empresários do setor

Cidade recebe segunda etapa do programa ‘Senac Varejo’

Blumenau recebe, a partir do dia 12 de julho, a segunda etapa do programa “Senac Varejo”. O circuito de palestras e workshops é voltado exclusivamente aos gestores e empresários do varejo e promovem uma nova maneira de atuar no cenário dos negócios. O Município é o primeiro a receber a segunda etapa do programa.

As atividades serão comandadas pelo consultor e especialista em controladoria e finanças, Cláudio Damasceno Júnior, com o tema “Gestão de resultados no varejo”. No dia 12, às 14h, será realizado o workshop no Senac Bistrô e, às 20h, a palestra, no Hotel Himmelblau. De acordo com o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Blumenau (Sindilojas), Marco Aurélio Hirt, o projeto é de extrema importância para o varejo, pois “fornece aprimoramento e qualificação aos empresários e colaboradores, requisito indispensável nos dias de acirrada concorrência que vivemos”.

Segundo o diretor Regional do Senac Santa Catarina, Rudney Raulino, o “Senac Varejo” amplia a visão dos gestores e colaboradores na busca por inovações e melhorias, e possibilita a discussão do uso de novas técnicas e ferramentas de gestão no varejo. Uma das características mais significativas do programa está na capilaridade das ações. Elas foram desenvolvidas para atender não apenas aos gestores, mas também aos colaboradores, que serão o foco da segunda fase do projeto.

Já no dia 9 de agosto acontece a segunda palestra, com o tema “Gestão de perdas e quebras”, que será ministrada por Mario Duarte. Mais informações no Senac pelo telefone 3035-9999

Edição n. 399 - 30 de junho de 2010


29 de jun. de 2010

Walmart, Carefour, C&A e tantas outras. Quem vem agora é uma japonesa.

Rede de varejo japonesa chegará ao Brasil
Como parte do seu plano de expansão global, Uniqlo irá abrir sua primeira loja no País


A rede varejista japonesa Uniqlo abrirá em breve uma loja no Brasil, como parte de um plano de expansão global que já atingiu países como Reino Unido e China. O mercado brasileiro é considerado estratégico pela rede, tanto pelo seu tamanho, quanto pelas boas relações entre as duas nações, até porque o Brasil tem uma grande comunidade japonesa.

A Uniqlo está amparando sua expansão para outros países na campanha "Calendário", que pretende divulgar a cultura japonesa, como parte do plano de massificar a rede varejista fundada em 1984, que já tem 950 lojas.

A informação é da coluna Em Pauta, publicada na edição 1415 de Meio & Mensagem, que circula com data de 28 de Junho de 2010.