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29 de set. de 2010

Golpes provocativos nos concorrentes brasileiros

Da rua para o Conar

Comerciais comparativos da Nissan geram polêmica, GM já preparou denúncia para 2 filmes

Como um samurai ágil e preciso, a japonesa Nissan tem desferido seus golpes provocativos nos concorrentes do mercado brasileiro por meio de ações de marketing diferentes das que eram praticadas pela marca no Brasil. A "espada" usada é o novo posicionamento que a montadora adotou nos últimos meses, visando conquistar mais clientes e remodelar a percepção de marca no País, assim como vem sendo feito em outros mercados. "No Brasil, já existia a necessidade de um posicionamento diferente. A marca não tinha rejeição, mas não era lembrada", enfatiza Murilo Moreno, diretor de marketing da Nissan do Brasil, no cargo há sete meses.

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O novo comercial do Nissan Livina, "Não acerta uma", que estreou na última sexta-feira, 24, na TV aberta e a cabo, destaca as cinco indicações e prêmios que o modelo recebeu recentemente (de publicações como Quatro Rodas, Auto Esporte, Jornal do Carro, Car and Driver e do centro de estudos Cesvi Brasil). No comercial, engenheiros e executivos das montadoras concorrentes ficam nervosos com as premiações do carro da Nissan, fazendo referência a três marcas competidoras e suas nacionalidades: GM Meriva (norte-americanos), Honda Fit (japoneses) e Fiat Idea (italianos). A campanha foi desenvolvida pela Lew’Lara/TBWA, que há mais de dois anos atende a marca.

Incomodada - e como já era de se esperar - a multinacional norte-amerciana já entrou com uma representação no Conselho de Autorregulamentação Publicitária, o Conar, contra o comercial. Esta é a segunda denúncia contra filmes da Nissan - em agosto, a GM reclamou do desafio Livina e solicitou a abertura de um processo - meia mais abaixo. Como não houve liminar contra a propaganda, a campanha continuou no ar e deve ser julgada apenas em outubro.

A Volkswagen também não gostou da provocação do anúncio da picape Frontier, que está no ar, e deu queixa contra o filme "Engenheiros". A denúncia foi aceita, mas o processo ainda está nas mãos do relator, para análise e manifestação. Segundo a assessoria de imprensa, o Conar aceita e considera a propaganda comparativa útil ao consumidor, desde que atenda ao artigo 32 dos princípios gerais do conselho e não denigra a imagem ou produto da concorrência.

"Estamos estudando como trabalhar com estas denúncias do Conar e já sabemos o que fazer se precisarmos sair do ar. Temos um plano B", garante Jaques Lewkowicz, diretor-presidente de criação e CCO da agência. "Se o Conar pedir, vamos atender. Mas nossa preocupação não é o Conar ou concorrente, mas sim o consumidor. Devemos fazer este tipo de comunicação durante um tempo. No caso do Livina, por exemplo, com o salto de vendas, é provável que não falemos da concorrência mais para frente", alfineta Moreno.

Provocações
O novo filme segue a linha do comercial "Engenheiros" da Nissan Frontier, que detalha equipamentos da picape de forma irreverente, também fazendo referência a duas marcas concorrentes no segmento – a Volkswagen, que produz Amarok, e a Toyota, fabricante da Hilux. No filme, que traz indicações truncadas das logomarcas das montadoras rivais nas paredes das salas dos engenheiros concorrentes, os alemães levam um banho de lama e os japoneses "comem poeira" ao ter o escritório invadido pela nuvem de pó levantada pela Frontier.

Em julho, a provocação foi feita nas concessionárias e em campanha de TV, com o Desafio Nissan Livina. Para que os consumidores pudessem comparar o Livina com seus principais concorrentes, a empresa disponibilizava em suas revendas para test-drive, além do modelo próprio, o GM Meriva e o Fiat Idea. "As vendas do Livina dispararam. Saímos de 700 para 1,1 mil unidades mensais. E as vendas vêm crescendo mês a mês", comemora Moreno.

O novo posicionamento da empresa também pode ser encontrado no anúncio do Tiida Sedan. Com o título "Você começa procurando um carro e encontra um carrão", a campanha compara diretamente o Tiida com os seus principais concorrentes, GM Astra e Fiat Siena. Na imagem principal do anúncio, parte do carro é o modelo rival. Grande parte do veículo é o Tiida Sedan.

29/09/2010 | 11h35

30 de jul. de 2010

O produto ainda não foi lançado, mas a empresa promete uma eficiência de até 90% no aproveitamento da energia.

Tecnologia de indução promete libertar carros elétricos da tomada

Chamado de Plugless Power, sistema funciona por princípio eletromagnético; basta encostar o veículo ao aparelho para a recarga começar.

De forma similar ao que já foi feito com os carregadores para celulares (o “Touchstone” para Palm Pre é um exemplo), a Evatrens, uma empresa norte-americana, está desenvolvendo uma solução capaz de carregar carros elétricos sem que estes sejam sequer conectados por um cabo.

O “Plugless Power” trabalha a partir de um adaptador ligado ao veículo e uma placa de energia posicionada perto dele. Para reabastecer o carro, basta estacioná-lo próximo ao dispositivo (bem próximo, diga-se), e este começará a carregá-lo a partir de uma indução eletromagnética que chegará ao adaptador para, em seguida, ser transferida à bateria do veículo.

O produto ainda não foi lançado, mas a empresa promete uma eficiência de até 90% no aproveitamento da energia. A Evetrans conduzirá um programa piloto em breve. Portanto, caso o consumidor more nos Estados Unidos, tenha um carro elétrico e esteja disposto a testar o novo sistema, basta se inscrever no site da companhia.

De qualquer forma, espera-se que o Plugless Power já esteja nas lojas no começo de 2011 – nos EUA, pelo menos.

Chris Head | PC World/EUA | 30/07/2010 | 09h05

23 de jul. de 2010

Na Alemanha, as vendas da Volkswagen caíram 16 por cento por causa do impacto do final do programa governamental de incentivo à troca de veículos velhos por novos.

Vendas da Volkswagen no 1o sem sobem 16%, apoiadas por China



Frankfurt - A Volkswagen, maior montadora de veículos da Europa, informou nesta sexta-feira que suas vendas subiram 16 por cento no primeiro semestre do ano, puxadas por forte demanda chinesa.


A companhia vendeu 3,58 milhões de carros nos primeiros seis meses do ano, mais de um quarto do total indo para a China, maior mercado automotivo do mundo.
"Estamos também otimistas para o restante do ano e esperamos ter uma performance melhor que a do mercado geral", disse o diretor de vendas da companhia, Christian Klingler, em comunicado.
O crescimento das vendas de automóveis na China caiu abaixo de 20 por cento pela primeira vez em 14 meses em junho, como resultado de redução nas medidas de estímulo do governo e disputas trabalhistas em fábricas.
Na Alemanha, as vendas da Volkswagen caíram 16 por cento por causa do impacto do final do programa governamental de incentivo à troca de veículos velhos por novos. Até 2008, o mercado doméstico da montadora era o maior e agora o volume vendido está um pouco acima da metade registrada na China.

Maria Sheahan,  | 23/07/2010 | 09:21



22 de jul. de 2010

Vá à Arábia Saudita andar dentro da Ferrari.

Ferrari constrói seu primeiro parque temático em Abu Dhabi

Empreendimento será inaugurado em outubro, com alguns dos mais legendários modelos da montadora italiana







Ferrari World Abu Dhabi

Ferrari World Abu Dhabi: considerado o maior parque temático indoor do mundo
São Paulo - Se visitar a famosa fábrica da Ferrari em Maranello, na Itália, é um programa para deixar muito marmanjo com os olhos brilhando, o que dizer de um parque de 200.000 metros quadrados totalmente dedicado aos bólidos vermelhos? É justamente para aproveitar o fascínio despertado pela marca, que a Ferrari vai inaugurar, dentro de cem dias, seu primeiro parque temático.
Os visitantes também poderão assistir a uma animação em "4-D", que conta as aventuras de um jovem que, a bordo de uma Ferrari, atravessa diversas paisagens e condições climáticas. As viagens virtuais também envolverão um sobrevoo sobre os principais pontos turísticos da Itália, tendo uma Ferrari como guia.
Para as crianças, o parque terá uma escola de pilotagem, em que os treinos serão dados em modelos em escala reduzida de um F430 GT Spiders. Após o treino, os aspirantes a piloto poderão também participar de uma corrida em versões reduzidas dos Fórmula 1 da marca.
Outras atrações são a galeria de modelos da Ferrari. Será a maior coleção de veículos da marca, depois da exposta em Maranello. Restaurantes e lojas com artigos da Ferrari também estão previstos.

Márcio Juliboni | 21/07/2010 | 13:38 


13 de jul. de 2010

A partir do uso de processadores embarcados de alta capacidade, câmeras, softwares de reconhecimento 3D e conexão sem fio de alta velocidade, o carro do futuro será mais econômico, seguro e confortável.


Tecnologias embarcadas da Intel prometem revolucionar os automóveis

Carro do futuro será inteligente, conectado e elétrico


Trazer a Internet para o carro vai muito além de encaixar um computador no painel ou no banco do passageiro. A integração de sistemas inteligente e conectados aos automóveis promete grandes revoluções na indústria nos próximos anos. Com o uso de processadores embarcados Intel Atom, o carro do futuro estará conectado a Internet 100% do tempo e trará uma lista de funcionalidades inovadoras, incluindo ferramentas de diagnóstico, segurança, monitoramento, entretenimento e uso racional de energia elétrica.

Demonstrado durante o Research@Intel Day 2010 em Sunnyvalle, California, o "carro inteligente" transforma o ato de dirigir e de gerenciar o veículo. A partir do uso de processadores embarcados de alta capacidade, câmeras, softwares de reconhecimento 3D e conexão sem fio de alta velocidade, o carro do futuro será mais econômico, seguro e confortável.

Controle Remoto
O carro inteligente está conectado a Internet o tempo todo e comunica-se diretamente com seus outros dispositivos, como smartphone ou notebook. A partir de um browser de Internet, você poderá realizar diagnósticos, ligar ou desligar o carro, controlar o ar condicionado ou até mesmo espiar o interior do carro através de câmeras instaladas no veículo.

Anti-Furto
Sempre que o seu alarme dispara, o carro automaticamente envia uma mensagem de texto para o seu celular com um link para a página de seu carro na Internet. Nesta página, você pode assistir vídeos do que acontece no interior ou ao redor do seu carro em tempo real, bem como do momento imediatamente anterior ao alarme ser disparado. Você também pode enviar comandos pela Internet para trancar as portas ou até mesmo desligar o carro. Você também pode rastrear seu carro em tempo real através do GPS, mostrando sua localização atual em um mapa.

Co-Piloto Inteligente
O carro inteligente é capaz de reconhecer o que acontece ao seu redor e medir a distância entre seu veículo e o carro da frente ou de trás com precisão de poucos centímetros. Ele pode também calcular a velocidade e a posição relativa de outros veículos, avisando o motorista sempre que uma situação potencialmente perigosa surgir.

"Caixa-Preta"
Quando o acidente for inevitável, o sistema do carro será capaz de armazenar todos os dados referentes a viagem em uma "caixa-preta" semelhante a usada nos aviões modernos. Estas informações podem ajudar as autoridades a descobrir as reais causas de um acidente e também ajudar a criar veículos mais seguros no futuro.

Movido a Eletricidade
O carro do futuro não vai ser só conectado - vai ser também elétrico. Embora a tecnologia para os carros elétricos já exista há algum tempo, há um grande problema no gerenciamento de energia para os automóveis. A Intel, que já conta com tecnologias inteligentes para o uso de energia em seus processadores, agora pesquisa como os carros do futuro poderão funcionar de forma mais eficiente, rodando mais sem necessitar de muita eletricidade.

Sobre a campanha Apaixonados pelo Futuro
No Brasil, a campanha "Apaixonados pelo Futuro" reflete a visão da Intel de que tão importante quanto desenvolver a tecnologia em si é preparar o mercado e a sociedade para receber e aproveitar essa tecnologia. Por isso, a Intel está profundamente comprometida com todos os mercados onde opera. Desde sua chegada ao Brasil, há 22 anos, a Intel tem ajudado a preparar o país para o futuro - por meio de seu compromisso de levar ao mercado a liderança tecnológica, a inovação, e da contribuição contínua para a adoção da tecnologia, da melhoria na competitividade do mercado e da indústria local e da realização de fortes investimentos para o desenvolvimento do potencial humano por meio dos programas educacionais.



8 de jul. de 2010

Comercializaram em dois meses as três mil unidades do Gol Seleção.

Volks fatura R$ 100 milhões com Gol da Copa

Realizada pela primeira vez na Copa do Mundo de 1982, a iniciativa da Volkswagen de fabricar um modelo Gol comemorativo ao evento esportivo renderá à companhia este ano um faturamento de R$ 100 milhões.

Com o bom momento da economia brasileira em 2010, a montadora comercializou em dois meses as três mil unidades do Gol Seleção, edição que faz referência à equipe brasileira lançada no final de abril para o Mundial na África do Sul.

O preço sugerido para o modelo era de R$ 33,7 mil.

De acordo com a assessoria da Volkswagen, o Gol Seleção foi a edição "mais rápida a ser vendida" em comparação com os outros modelos alusivos à Copa do Mundo. Mas há quatro anos, foram colocados no mercado bem mais unidades, 16 mil do então denominado Gol Copa.

Além de 1982, 2006 e agora, a empresa também usou a estratégia em 1994 e 2002.

Diferente dos outros anos, a Volkswagen faz referência direta à seleção brasileira na edição de 2010 por ser patrocinadora oficial da CBF.

Por esse motivo, os modelos deste ano incluem itens exclusivos como emblema da seleção na lateral e traseira do veículo, nos assentos, além de disponibilizar o carro na cor azul que lembra o uniforme da equipe.

Influência na compra

De acordo com Lucas Copelli, sócio-diretor da Vallua Consultoria e Gestão, a iniciatva da montadora em unir marcas, no caso Gol e seleção brasileira, é oportuna pelo nome do veículo e pelo momento de Copa do Mundo.

"É uma ação de co-branding que transfere atributos entre as marcas. A compra de um carro é processo lento pelas diversas questões que envolve e uma iniciativa como essa pode acelerar essa decisão do consumidor", avalia Copelli.


Fábio Suzuki | 07/07/10 - 19:17