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25 de fev. de 2011

Como sua empresa pode participar dessa nova economia de baixo carbono.

Indústria ganha guia de estratégias para reduzir emissões

Lançada pela CNI, em parceria com a embaixada britânica, publicação dá o passo-a-passo para as empresas se adequarem à economia verde; Quantificar emissões é o 1º deles

São Paulo - Minimizar riscos e otimizar oportunidades que surgem com a transição para uma economia de baixo carbono. Essa é a proposta do guia lançado nesta sexta (25), em São Paulo, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em parceria com a embaixada britânica no Brasil. A publicação “Estratégias Corporativas de Baixo Carbono” reúne ferramentas para ajudar os empresários a incorporar a variável clima no desenvolvimento de suas estratégias de negócios.

Segundo o diretor executivo da CNI, José Augusto Fernandes, o grau de percepção do setor industrial em todo o mundo sobre as mudanças climáticas e a necessidade de agir para contorná-las deixa a desejar. "Quando pensamos nas pequenas e médias empresas, os resultados são menos expressivos ainda", disse. Com o guia, emendou, as corporações dispõem, agora, de um '"esboço para uma revolução industrial", à exemplo do que vem sendo feito de forma pertinente na Inglaterra e que inspirou a criação da publicação para a indústria brasileira.

"Há um acordo geral entre todos os setores britânicos de que a economia verde é o futuro", disse Alan Charlton, embaixador do Reino Unido no Brasil. Mas o caminho para a descarbonização, frizou, exige investimentos em inovação e novas tecnologias. "São os passos práticos que farão a diferença", afirmou. Segundo Charlton, o Brasil é um parceiro importante para as discussões climáticas no mundo. Além do guia, elaborado pela consultoria CFI International, a CNI pretende desenvolver cursos e workshops sobre a nova economia.

Riscos x oportunidades

Os benefícios associados à gestão de carbono dentro do planejamento estratégico da empresa vão desde a redução de custos de produção e de consumo energético - evitando desperdícios e otimizando sistemas - ao aumento da credibilidade da marca pela diferenciação de produtos, já que, cada vez mais, aumenta a demanda da sociedade por produtos de baixo impacto ambiental.

Entre outros ganhos, destacam-se o acesso a mercados financeiros globais que exigem o comprometimento com a redução de emissões e, não menos importante, a oportunidade para a empresa de se antecipar a marcos regulatórios futuros.

Em movimento contrário, quem não se adaptar também corre riscos, que incluem o aumento do preço das commodities ( como energia e matérias-primas), restrições a linhas de créditos, perda de mercados, entre outras. "Quanto mais cedo a organização agir, melhores serão as chances de diminuir os riscos e, consequentemente, as persas financeiras", destaca o guia.

Passo-a-passo para controlar as emissões

Para gerenciar, é preciso conhecer. De acordo com o guia, a primeira etapa para a indústrias reduzirem suas emissões passa pelo diagnóstico, que envolve a coleta de informações e investimento em processos de mensuração das emissões de gases de efeito estufa em todas as etapas da produção. As empresas que realizarem um inventário de emissões estarão seguindo uma tendência mundial e se adiantando em relação a legislações futuras.

Seguindo as diretrizes do programa brasileiro GHG Protocol, a Suzano Papel e Celulose, adotou em 2009 a iniciativa de calcular a pegada de carbono de seu produto em todo o ciclo de vida, tornando-se a primeira empresa do setor a conseguir a certificação da Carbon Trust, instituição britânica referência mundial na questão.

Os passos seguintes ao diagnóstico são a implementação de programas de redução a definição de metas, a divulgação de ações e o engajamento dos acionistas, clientes e fornecedores na política de adesão à economia de baixo carbono.

Um exemplo de adoção de projetos para diminuir as emissões , citado pelo guia, vem da líder da Braskem, líder do setor químico na América Latina, que desde 2006 realiza inventários.

Recentemente, a empresa inaugurou uma fábrica de ETBE, um aditivo para gasolina feito parcialmente de matéria-prima renovável, e investiu meio bilhão de reais na maior fábrica de polietileno verde, feito a partir do álcool. Juntas, as duas plantas deixam de emitir mais de 750 mil toneladas de CO2 anualmente - o equivalente ao plantio de um milhão de árvores no mesmo período.

Vanessa Barbosa | 25/02/2011 | 13:09

14 de dez. de 2010

13º lugar em produção industrial e 12º em vendas industriais

Indústria catarinense cresce em 2010, mas fica atrás da média nacional

Entre razões estão mau desempenho dos setores de alimentação e veículos automotores

A indústria catarinense teve desempenho positivo em 2010, mas o resultado foi pífio em comparação ao resto do país. Entre as razões, estão o mau desempenho dos setores de alimentação e veículos automotores, e da balança comercial, com queda nas exportações e alta exagerada nas importações, favorecidas pelo Pró-Emprego.

No ranking nacional, Santa Catarina ficou em 13º lugar em produção industrial e 12º em vendas industriais, abaixo da média brasileira. A produção catarinense ampliou-se em 6,9% de janeiro a outubro, pouco mais da metade da média nacional, que registrou 11,8% no período. Quanto às vendas, o resultado foi ainda mais drástico: o Estado cresceu 2,2%, cinco vezes menos que o Brasil, que emplacou 10,4% de crescimento.

A base de comparação é fraca, uma vez que 2009 teve resultados ruins em função dos reflexos da crise econômica mundial iniciada no final de 2008. Comparando-se ao período pré-crise, a produção industrial catarinense está 4,21% menor, e as vendas estão 6,14% menores, em comparação ao período de janeiro a outubro de 2008.

A tradição exportadora catarinense foi um dos fatores que seguraram o desempenho catarinense, na avaliação de Henry Quaresma, diretor de relações industriais e institucionais da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc). Como as economias da Zona do Euro e dos EUA ainda não se recuperaram totalmente da crise, a indústria voltou-se para o mercado interno, que não deu conta de absorver a produção de setores como veículos automotores (-27,8%) e carnes (-2,28%).

Por outro lado, tiveram desempenho positivo a produção de metalurgia básica (45,6%) e máquinas e equipamentos (23,5%). No país, os setores com melhores saldos foram aqueles relacionados a commodities, como minério de ferro e petróleo, itens não produzidos em Santa Catarina.

Outro fator que interferiu no desempenho da indústria foi o saldo negativo na balança comercial. De janeiro a novembro, Santa Catarina exportou US$ 6,89 bilhões e importou US$ 10,84 bilhões, com saldo negativo em US$ 3,95 bilhões. Uma das explicações é o Pró-Emprego, que desde 2007 oferece incentivos fiscais a empresas que importam pelo Estado.

— O benefício tem que existir, mas para atender as plantas industriais existentes em Santa Catarina e não escritórios alugados no Estado — questiona o presidente da Fiesc, Alcântaro Corrêa.

Em relação aos empregos, Santa Catarina não se distanciou muito da média brasileira. No total, de janeiro a outubro, foram abertas 113,5 mil vagas (6,98% mais que o mesmo período em 2009), sendo 50,9 mil na indústria de transformação (8,62% acima) e 9,8 mil na construção civil (11,91% a mais).

Crescimento de 5% para 2011

A expectativa do setor é positiva para 2011, na opinião de Alcântaro Corrêa.

— Para o ano que vem, continua o crescimento. Será em torno de 5%, para atender a demanda interna, que está crescendo. Não vemos empresas falindo, ao contrário, só vagas não preenchidas. Vamos montar mais sete escolas com o Senai só na área de construção civil para formação de mão-de-obra — calcula o presidente da Fiesc.

O real valorizado continuará um desafio para a indústria, mas a carga tributária brasileira, associada às condições ruins de financiamento e à falta de infraestrutura de transporte e logística merecem atenção dos governos, segundo Corrêa.

A abertura de novos mercados para a exportação catarinense é um dos caminhos para a produção industrial, segundo Henry Quaresma.

— Existe a expectativa da abertura da China para o frango de Santa Catarina. Se o governo manter acordos bilaterais, o Estado pode dar um salto grande. Santa Catarina e São Paulo são os estados brasileiros que mais se beneficiam das exportações — observa Quaresma.

14/12/2010 | 06h20

16 de nov. de 2010

Uma mudança inimaginável até pouco tempo.

Gerdau: “Hoje está mais barato produzir aço nos EUA”

Presidente da Gerdau avalia que, além de elevar importação de aço, câmbio desfavorável eleva custo produtivo no país.

A apreciação do real ante o dólar, intensificada com o aumento da oferta da moeda no mercado americano, tem sido responsável por uma mudança inimaginável até pouco tempo.

A baixa do real transformou a produção de aço da Gerdau nos Estados Unidos mais barata do que a realizada no Brasil. "Uma coisa que jamais imaginei que iria dizer é que, hoje, é mais barato produzir lá", afirma o presidente da companhia, André Gerdau Johannpeter.

No caso do vergalhão usado na construção civil, principal produto da Gerdau, o custo de produção americano responde por 85 pontos em uma escala de 0 a 100 elaborada por um estudo da consultoria Bozz&Co.

Por aqui, a proporção sobe para 100 por 100. Não à toa, entre os seis produtores mundiais (Alemanha, Brasil, China, EUA, Rússia e Turquia) avaliados pelo estudo encomendado pelo Instituto Aço Brasil (IABr), em 2009, o Brasil lidera em custo produtivo. Posição na qual empata com a Turquia, mas que é superado pelo mercado nacional em impostos: 46 (Brasil) x 30 (Turquia) que compõe a escala até 100.

Johannpeter observa que também pesa na conta o preço menor de energia nos EUA, em especial o gás natural. "O metro cúbico do gás nos Estados Unidos está entre US$ 4 e US$ 5. Enquanto no Brasil, o preço varia entre US$ 11 e US$ 12", diz.

O presidente da Gerdau ressalta que a mudança da rota produtiva tem contribuído para que o Brasil receba um volume crescente do excedente de aço produzido em países onde o consumo não acompanha a oferta disponível, em função, ainda, dos efeitos da crise financeira global iniciada em 2008. "As empresas buscam países que estão crescendo, e o Brasil é um deles", pontua.

Concorrência desleal

O IABr estima a entrada de 8 milhões de toneladas de aço importado no Brasil neste ano, contra 5,8 milhões em 2009. A entidade avalia que o volume é excesivamente alto ante a sobra de 20,7 milhões de toneladas que o parque siderúrgico nacional terá em 2010.

Para Johannpeter, atual presidente do conselho diretor do IABr, a distorção precisa ser corrigida com ação rápida pelo governo brasileiro. O executivo se mostra preocupado, principalmente, com a concorrência desleal praticada por siderúrgicas de países afetados pela crise. "Para manter os altos-fornos funcionando, empresas têm praticado os piores preços, fazendo o excedente vir para o Brasil", diz.

O principal executivo da Gerdau indica, como ponto central para evitar a perda do mercado interno, brecar a guerra fiscal praticada por 13 portos brasileiros. Segundo Johannpeter, há casos em que os estados reduzem a taxa de ICMS a 2% para elevar a movimentação de carga de seus terminais.

Com isso, além do preço menor em função do excesso da produção mundial - calculada pelo IABr em 619 milhões de toneladas -, o importado recebe um tipo de incentivo fiscal que turbina sua concorrência com o aço nacional.

"A guerra fiscal tem tirado empregos no Brasil. Em Pernambuco, por exemplo, a redução de ICMS acontece no âmbito do programa Pró-Emprego. Só que os empregos estão sendo criados na China, na Turquia, na Coreia do Sul...".

Nivaldo Souza | 16/11/10 | 15h55

Ficamos abaixo apenas de São Paulo, Rio de Janeiro e do Distrito Federal.

SC tem o quarto pior retorno de impostos federais do País

Santa Catarina recebeu da União no ano de 2009 R$ 8 bilhões, considerando as transferências de recursos para o estado e seus municípios, além dos gastos diretos da União no estado. O valor corresponde a 59,4% dos R$ 13,5 bilhões arrecadados em receitas federais em Santa Catarina no mesmo período, o que significa o quarto pior retorno em termos percentuais do País.

Ficamos abaixo apenas de São Paulo, Rio de Janeiro e do Distrito Federal, segundo levantamento da Federação das Indústrias (Fiesc), que utiliza informações públicas da Receita Federal, do Portal da Transparência e da Secretaria do Tesouro Nacional.

"Os dados deixam claro que é necessário haver maior mobilização de Santa Catarina e também dos dois outros estados do Sul. Temos grandes carências em áreas como infraestrutura, saúde e educação, mas por sermos vistos como estados supostamente ricos, recebemos muito menos do que contribuímos", diz o presidente da Fiesc, Alcantaro Corrêa.

Ele lembra, ainda, que abre-se nova possibilidade de articulação com o início dos mandatos dos governadores e parlamentares em janeiro. "Não significa que estados pobres devam ser esquecidos. É função do governo investir lá para reduzir as desigualdades. Mas se ficarmos de lado, nossa economia perderá competitividade e vai reduzir sua capacidade de contribuir com o país no longo prazo", diz Corrêa.

A Fiesc destaca a necessidade de investimentos em infraestrutura. Recente levantamento realizado pelo Fórum Industrial Sul, integrado pelas Federações das Indústrias de Santa Catarina, do Rio Grande do Sul (FIERGS) e do Paraná (FIEP) e encaminhado aos parlamentares das bancadas dos três estados em Brasília, aponta demanda de obras urgentes no valor de R$ 7,8 bilhões para os três estados na área de infraestrutura de transportes.

Desse montante R$ 2,5 bilhões correspondem a obras necessárias em Santa Catarina, R$ 2,8 bilhões no Rio Grande do Sul e R$ 2,4 bilhões no Paraná. "São obras urgentes que afetam os custos das empresas. Mas não só isso. São necessárias também para reduzir o grande número de acidentes nas rodovias", diz Corrêa.

No caso catarinense, os valores propostos pela indústria somam R$ 1,3 bilhão no modal rodoviário, R$ 422 milhões no marítimo, R$ 461 milhões no ferroviário e R$ 345 milhões no aeroviário. No modal rodoviário são consideradas as BRs 101, 116, 290, 285, 386, 392, 471, 153, 448, 468, 470, 472, com projetos de sinalização, construção de trechos, adequação, recuperação e manutenção.

16/11/2010 | 14:37

12 de ago. de 2010

Ele cresceu 22,16% em comparação a igual mês de 2009


Consumo de gás natural nas indústrias retoma nível anterior à crise


As indústrias brasileiras foram as responsáveis pela elevação de 16,12% registrada pela Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás) na comercialização de gás natural no primeiro semestre deste ano.



Elas usaram 25,3 milhões de metros cúbicos de gás por dia no período, ampliando em 28,80% o consumo, que sofrera retração no ano anterior em função da crise internacional.
Isso significou 60,36% do consumo total de gás natural observado no semestre.

O coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Nivalde de Castro, disse hoje (12) à Agência Brasil que as informações são positivas porque o gás natural é um insumo que está ampliando a sua participação na matriz energética do Brasil.

Para ele, a retomada do consumo pela indústria "abre um cenário muito positivo para você colocar a produção de gás natural derivada dessas novas descobertas da Petrobras e, em especial, do pré-sal, como um fator que irá, efetivamente, determinar o aumento da participação do gás natural na matriz elétrica brasileira".

Castro enfatizou que o setor industrial está confirmando o uso desse insumo energético no processo produtivo. "E, dado ao fato de que o Brasil vai ser um grande produtor de gás natural, provavelmente com preços mais baixos, isso vai dar competitividade à indústria brasileira no aspecto relacionado à energia".

De acordo com o levantamento da Abegás, também o setor de cogeração apresentou crescimento no acumulado janeiro a junho, da ordem de 37,88%, passando de 2 milhões para 2,7 milhões de metros cúbicos por dia. Houve alta do consumo ainda no comércio e residências de 5,26% e 3,57%, respectivamente, enquanto os setores automotivo e termelétrico mostraram diminuição de 5,08% e 7,88%.

Em junho, o consumo de gás natural cresceu 22,16% em comparação a igual mês de 2009, destacando os aumentos nos setores termelétrico (52,56%), de cogeração (23,41%) e industrial (18,86%). Em relação ao mês anterior, houve um aumento de 12,48%, causado pelas termelétricas, que tiveram o maior percentual de consumo de gás natural (53,10%).

Os dados da Abegás revelam, ainda, que a Região Sudeste permanece na liderança do consumo de gás natural no país, com 34,4 milhões de metros cúbicos diários no mês de junho. Em seguida, aparecem as regiões Nordeste, com 10,2 milhões de metros cúbicos por dia, e Sul com 4,4 milhões de metros cúbicos por dia.
12/08/10 | 18h53

14 de jul. de 2010

Se estivéssemos sozinhos, seria mais fácil. As negociações com a União Europeia estão avançando muito lentamente.

Divergências no Mercosul atrapalham acordos do Brasil, diz CNI

As divergências entre os países que compõem o Mercosul acabam atrapalhando as negociações diretas do Brasil com países estratégicos para fechar acordos bilaterais de comércio. A afirmação foi feita, nesta quarta-feira, pelo presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, no 4º Encontro Empresarial Brasil-União Europeia, realizado no Itamaraty, em Brasília.

“Se estivéssemos sozinhos, seria mais fácil. É claro que, juntos, nos fortalecemos na questão econômica, mas, por outro lado, há divergências entre Brasil e Argentina, por exemplo”, afirmou.

Andrade disse que as negociações com a União Europeia estão avançando muito lentamente. “É preciso (fechar) acordos que sejam mais bem aplicados”, afirmou. Segundo ele, é necessário discutir com o bloco europeu a questão do protecionismo comercial.

“Somos uma economia de mercado aberta e temos enfrentado problemas com mercados de economia mais fechada, inclusive com barreiras não tarifárias”, advertiu o dirigente.

O presidente da CNI acrescentou que, além da crise que levou a Europa a importar menos do Brasil, a valorização do real, a carga tarifária e o mercado interno muito grande, que está atraído muitas empresas estrangeiras, têm atrapalhado a competitividade dos produtos brasileiros no exterior.

O encontro faz parte da 4ª Cúpula Brasil-UE, na qual o presidente Luiz Inácio Lula da Silva receberá o presidente do Conselho Europeu, Herman van Rompuy, e o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, para a 4ª Reunião de Cúpula da Parceria Estratégica entre o Brasil e a UE.

Durante a cúpula, serão assinados acordos e discutidos temas de interesse internacional, como mudança do clima, desarmamento, reforma das instituições financeiras internacionais e Rodada de Doha, além do uso de bioenergia.

Em 2008, antes da crise financeira mundial, a União Europeia destinou US$ 21,1 bilhões ao Brasil em investimentos diretos, que representaram 48% do total de investimentos estrangeiros no período. (Agência Brasil)

14.07.2010 | 10:43



28 de jun. de 2010

CNI e Sebrae investirão R$ 50 milhões em inovação industrial

28/06/2010 | 19h38min


Recursos serão usados para formação de núcleos de inovação em 20 Estados brasileiros.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) vão investir cada um R$ 25 milhões, num total de R$ 50 milhões, em um projeto de inovação na indústria. A afirmação foi feita hoje em conjunto por representantes da CNI, Sebrae, BNDES e Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), após reunião na sede da CNI em São Paulo. Os recursos serão usados para financiar a formação de núcleos de inovação em 20 Estados brasileiros.

Os núcleos vão ser conduzidos pelas federações de indústrias. O objetivo destes núcleos é formar empresários na gestão da inovação e investir num total de 18 mil empresas. O projeto faz parte de um programa maior, o Comitê de Mobilização pela Inovação, com o qual o BNDES já vem trabalhando em parceria com o MCT.

Em maio, a CNI apresentou aos principais candidatos à Presidência da República uma série de propostas abordando as questões tributárias, ambientais, de infraestrutura e de comércio internacional. Todas as propostas, de acordo com Andrade, convergem para o aumento da competitividade do País.