Mostrando postagens com marcador redes sociais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador redes sociais. Mostrar todas as postagens

2 de ago. de 2013

A massificação do uso de redes sociais abriu novos nichos de mercado para quem sabe explorar os potenciais das redes

redes sociaisCultura colaborativa das redes sociais é uma tendência que os empreendedores têm explorado

São Paulo – O conteúdo produzido e compartilhado nas mídias sociais é uma forma simples e corriqueira de interação entre seus usuários. Mas, para um grupo crescente de empreendedores, esse tráfego interminável de posts é também uma oportunidade em torno da qual estão construindo novos e bem-sucedidos negócios.

De acordo com Marcelo Nakagawa, professor de empreendedorismo e inovação do Insper Instituto de Ensino e Pesquisa, a massificação do uso de redes sociais abriu novos nichos de mercado para quem sabe explorar os potenciais das redes, sobretudo nos segmentos de comunicação, publicidade e comércio eletrônico. “Há casos tradicionais, como abrir uma agência de social media para promover uma marca e interagir com seus consumidores, e também modelos baseados em análise de dados, como acompanhar um fluxo de posts para identificar oportunidades de vendas de um determinado serviço”, diz Nakagawa.

Um dos novos negócios que emergem com a ascensão das redes sociais é a criação de empresas de marketing digital. Segundo o professor do Insper Instituto, essas empresas se valem de análise de grandes volumes de dados para identificar oportunidades de aumentar o faturamento de seus clientes com vendas online. “Essas agências exploram um painel de gestão do que se conversa nas redes e pode identificar possíveis clientes para uma marca ou serviço”, afirma o especialista. O painel permite, por exemplo, postar uma oferta de um eletrônico em meio a posts e comentários sobre como escolher uma nova TV ou aparelho de som. Nesse caso, o link da oferta aparece diretamente para alguém que demonstrou interesse na compra.

Amplificar a comunicação – Uma das jovens empresas a obterem sucesso nesse novo mercado é a agência de comunicação Ampfy, que desenha estratégias sociais para grandes empresas de mercado, como Mitsubishi e Philips. Segundo Gabriel Borges, CEO da Ampfy, ações bem-elaboradas nas redes têm o potencial de aumentar as vendas de uma empresa, fidelizar seus consumidores e estreitar a relação entre uma companhia e seus clientes.

Tendências – De acordo com o CEO da Ampfy, a contribuição do consumidor no processo criativo é forte tendência que as mídias sociais ajudaram a consolidar. “Os resultados de ações da Ampfy mostram que os usuários das redes sociais gostam de participar do desenvolvimento de suas marcas preferidas”, diz Borges. Na opinião do empresário, essa é uma tendência a ser explorada. “A nova geração de usuários das redes sociais é mais proativa e mostrou estar cada vez mais segmentada”, diz Borges. Com a expansão progressiva do uso das redes sociais e o uso da colaboração em ações de marketing e comunicação, as perspectivas de que novos negócios sejam bem-sucedidos nessa área, portanto, são muito grandes.

Texto retirado do site da revista EXAME

2 de jul. de 2012

A economia baseada em afinidades

size_590_rohit-bhargava

 

O que a Likeonomics diz sobre as marcas

Conceito criado pelo estrategista Rohit Bhargava explica por que algumas marcas se relacionam melhor, inspiram mais gente e vendem mais

São Paulo - Marcas confiáveis são aquelas que conseguem inspirar comportamentos, criar histórias e construir relações pessoais fortes com as pessoas, acredita Rohit Bhargava, vice-presidente sênior de estratégia e marketing da Ogilvy. O estrategista deu a isso o nome de Likeonomics.

Em seu livro Likeonomics: The Unexpected Truth Behind Earning Trust, Influencing Behavior, and Inspiring Action (Likeonomics: A Inesperada Verdade Sobre Ganhar Confiança, Influenciar Comportamento e Inspirar Ações, em uma tradução livre), Bhargava explica como funciona a economia baseada em afinidades.

Por ela, as pessoas, ideias e marcas mais suscetíveis à aprovação de consumidores - a um "Like", na linguagem do Facebook - são as que geram mais credibilidade, demanda por seus produtos e inspiração nas pessoas.

Ser "likeable" - algo como "curtível, em uma bizarra tradução -, porém, não é a mesma coisa que ser bom. Para exemplificar seu ponto de vista, Bhargava fala sobre Steve Jobs:

"Apesar de sua conhecida arrogância e seu egocentrismo, Jobs tinha um talento que as pessoas amavam: o de dizer a verdade. Ser "brutalmente verdadeiro", emocional e simples está entre as bases da Likeonomics.

Conheça os cinco princípios que sustentam a "likeabilidade" das marcas 

1. Verdade

"Não há qualidade mais importante do que ser verdadeiro", escreve Bhargava.

O autor usa como exemplo o caso de Oprah Winfrey, uma das mais famosas apresentadoras de talk show dos Estados Unidos.

O "Efeito Oprah" não existiria se Oprah e sua reputação não existissem. Suas histórias pessoais sobre o combate ao abuso infantil aproximaram-na do público e deram a ela a imagem de uma amiga, e não o reflexo de uma celebridade. 

2. Relevância

Coloque-se no lugar de seus consumidores e saiba o que é importante para eles. Estar à frente no mundo social requer mais do que uma estratégia de criação de conteúdo. Você deve ter uma importância para seus fãs para estar na vida deles. 

3. Altruísmo

"Se há algo difícil de se fazer consistentemente, é se comportar de forma generosa", diz Bhargava, "mas vale a pena, e é necessário em nossa nova economia global".

Em 2010, a campanha "Ideas for Good", da Toyota, desafiou o público a pensar novas formas de usar a tecnologia da montadora para beneficiar a humanidade. Cinco delas foram colocadas em prática pela Carnegie Mellon University.

4. Simplicidade

"Simplicidade foi a força que empurrou a Apple para o sucesso".

"Simplifique tudo, de suas mensagens à forma como você gasta seu tempo".

5. Timing

"Algumas das ideias mais importantes da história da humanidade tiveram o sucesso ou o fracasso inteiramente definidos ao timing".

Perceber o momento certo de lançar uma ideia, estar de olho em uma demanda dos consumidores ainda não satisfeta e ser inovador estão diretamente ligados a isso.

Likeonomics: The Unexpected Truth Behind Earning Trust, Influencing Behavior, and Inspiring Action
Autor
: Rohit Bhargava
Disponível pela
Amazon.com
Preço: $14,82 ($11,99 para edição Kindle)

14 de out. de 2011

Por um lado temos uma ferramenta à mão, por outro, o órgão de defesa não funciona como deveria

Twitter é 8 mil vezes mais eficaz que Procon

 
• Quinta-feira, 13 de outubro de 2011 - 12h30


Twitter: protestos pelo canal se espalham mais rapidamente entre amigos e conhecidos
São Paulo - Os consumidores que usam o Twitter para reclamar obtêm uma resposta até 8,4 mil vezes mais rápida do que se procurassem ajuda pelo Procon. Pelo Facebook, a eficiência pode ser até 1,4 mil vezes maior.
Os números saíram hoje no site do Estadão, e foram baseados em uma pesquisa divulgada pela Folha.com, segundo a qual as reclamações que chegam às empresas pelo chamado SAC 2.0 (redes sociais), dão muito mais resultado porque atingem diretamente a imagem das marcas. A eficiência é, inclusive, maior do que a do Procon.
Por esses canais, os protestos dos consumidores acabam se espalhando entre amigos e conhecidos, tornando-se uma bola de neve e chegando a cada vez mais gente.
Outra saída, bem mais visível aos consumidores - e perigosa à imagem das empresas quando elas não agem corretamente -  é o site Reclame Aqui. O serviço atua como um canal online direto de comunicação entre consumidor insatisfeito e marca.
No ano passado, o site registrou  uma média de 4 milhões de visitas por mês, número quatro vezes maior do que o alcançado em 2009 e também superior à contagem de atendimentos realizados pelo Procon - Procuradoria de Defesa do Consumidor - neste ano, fechada em 630 mil.
De acordo com Maurício Vargas, diretor geral do Reclame Aqui, quando o consumidor reclama por telefone ou vai em uma loja física para isso, ele é bastante complacente. "Mas quando esse mesmo consumidor entra em uma rede social ou qualquer outra rede na web, ele usa muita força no que diz e apela mais, colocando detalhes da má experiência que teve. Então esse impacto é muito grande para as marcas", diz.
Veja o tempo médio de resposta em cada canal:
Twitter
Resposta entre 5 minutos e 2 horas
Resolução do problema em até 24 horas
Facebook
Resposta entre 30 minutos e 6 horas
Resolução em até 24 horas
Chat
Resposta em até 5 dias úteis
Resolução em mais de 5 dias úteis
0800
Resposta em até 5 dias úteis
Resolução em mais de 5 dias úteis
Procon
Resposta em até 1 mês
Sem prazo para resolução



12 de ago. de 2011

Melhor saber lidar com elas, afinal são inevitáveis

Cinco mitos sobre o uso das redes sociais nas empresas

Especialista desmistifica o poder e a complexidade dessas novas mídias, assim como acredita na visão equivocada de muitos gurus do setor

the imageAinda existe muita polêmica quando o assunto é como as empresas podem usar as redes sociais para aumentar negócios e a produtividade da equipe. Mais do que isso, os próprios especialistas do setor têm criado mitos sobre as estratégias de como pode ser possível ganhar dinheiro e clientes nesses novos ambientes.

Em um artigo publicado na Forbes, Neal Rodriguez, um especialista norte-americano em redes sociais, mostra alguns mitos que as empresas precisam quebrar se quiserem aproveitar melhor a tendência de disseminação dos modelos de mídias sociais.

A seguir, veja cinco dos principais mitos sobre uso das redes sociais nas companhias, destacados por Rodriguez:

Mito 1: Todo mundo está nas mídias sociais

Como surgiu? A cada dia, nasce uma nova estatística voltada a comprovar como as redes sociais são mais eficientes do que outras mídias para divulgar produtos entre diversos usuários. “Isso é uma tática descarada para você contratar esses especialistas [que divulgam as pesquisas]”, afirma Rodriguez. A verdade, segundo ele, é que nem todo mundo, pelo menos ainda, está conectado a esses ambientes.

O que fazer? Para conquistar as pessoas que não estão nas redes sociais, a internet pode ser uma boa aliada, defende o especialista. Segundo ele, para isso, é necessário estimular que os usuários encontrem seu site facilmente quando fazem uma busca na web. O que depende de investimentos em SEO (Search Engine Optimization), otimização dos mecanismos de busca.

Mito 2: É impossível fazer uma ação sem a ajuda de especialistas

Como surgiu? Os consultores tentam convencer seus clientes de que as campanhas lançadas nas redes sociais dependem de ações extremamente sofisticadas e específicas. Quando, na realidade, podem ser bem mais simples do que aparentam.

O que fazer? “Vá no Google e digite: o nome de seu produto ou indústria + rede social (mídia social ou fórum)”, aconselha Rodriguez. A partir daí, deve-se analisar quantas pessoas estão registradas nesses ambientes e como elas interagem com as discussões.

Baseado nos temas mais discutidos, que tenham a ver com seus produtos ou com sua empresa, o usuário pode postar algum tipo de pergunta ou artigo nessas redes sociais. “E use as respostas ou comentários para criar um conteúdo interessante para a comunidade”, acrescenta.

Mito 3: Blogs são uma perda de tempo

Como surgiu? Existem muitas discussões no mercado sobre o que as empresas ganham em ter um blog. O especialista defende que essa pode ser uma importante ferramenta para que as pessoas passem a ser conhecidas em um determinado setor e consigam expor suas ideias, “especialmente se você tem algo importante para dizer e você diz isso com base em informações consistentes”.

O que fazer? Criar um blog é relativamente simples. A maneira mais fácil é utilizar a plataforma do WordPress e escolher os temas mais relevantes que possam, principalmente, responder a grandes dúvidas de seus potenciais clientes. “Adicione sempre uma questão no final [de cada post] para encorajar as pessoas a deixarem comentários”, cita Rodriguez.

Ele aconselha ainda a, toda vez que postar algo novo, envie o conteúdo para contatos nas redes sociais e por meio do e-mail para clientes (atuais e em potencial).

Mito 4: As mídias sociais podem substituir o e-mail

Como surgiu? Há uma crença de que as mídias sociais são a grande descoberta da humanidade nos últimos tempos. Mas isso não significa que elas vão resolver todos os problemas para quem quer anunciar um produto ou serviço ou, mais do que isso, nada mostra que elas vão substituir totalmente o e-mail.

O que fazer? “O e-mail continua a ser um dos meios mais eficientes para empresas conseguirem novos negócios”, avisa Rodriguez. Uma saída para combinar essa ferramenta com as redes sociais é capturar os endereços eletrônicos de todas as pessoas com as quais você está conectado virtualmente e que possam se interessar por seus produtos e serviços. E, a partir daí, enviar campanhas específicas para elas.

Mito 5: Você não pode medir o retorno sobre o investimento em mídias sociais

Como surgiu? Muitos especialistas em mídias sociais sabem como usar esses ambientes para socializar, mas poucos têm a experiência para medir o retorno das ações de marketing nesses ambientes.

O que fazer? Rodriguez diz que medir o retorno dos investimentos em redes sociais depende de três fatores: identificar qual foi o meio de contato primário de seus clientes com seu site (redes sociais, e-mail, busca na web, entre outros); verificar quais os conteúdos mais acessados; e calcular o valor gerado por cada atividade.

No caso específico do cálculo do valor médio gerado por uma ação, isso pode ser feito simplesmente com uma análise de quanto em dinheiro foi gerado por conta de uma determinada campanha por e-mail, por exemplo, e dividir esse valor pelo número de usuários que receberam a ação.

12/08/2011 | 08:30h

20 de jun. de 2011

São mais de 200 milhões

Dicas: Veja como turbinar o Twitter de sua empresa

Seu negócio está no Twitter? Pois deveria estar. São mais de 200 milhões de usuários que enviam cerca de 65 milhões de mensagens por dia.

A sua empresa já tem um perfil no Twitter? Então crie já. O microblog tweetou seu caminho até o topo das redes sociais. São mais de 200 milhões de usuários que enviam 65 milhões de tweets por dia.

Mas alto lá. Se você ainda não aprendeu em outras redes sociais, o relacionamento com clientes nessas plataformas não é o mesmo que pessoalmente. Você precisa aprender tanto o uso do Twitter quanto como usá-lo para se comunicar de maneira efetiva com consumidores para obter sucesso.

Aqui estão oito dicas para começar na direção certa:

1 - Construindo uma lista de seguidores

Não importa o valor da comunicação via Twitter se não há leitores. Seus tweets são públicos e pesquisáveis de acordo com os tópicos específicos contidos em sua mensagem, mas você precisa construir uma lista de seguidores ativos que leiam seu conteúdo. Os seguidores no Twitter representam sua comunidade, são a audiência e com quem você se relaciona.

Se você é Ashton Kutcher, Charlie Sheen ou Lady Gaga, tudo que precisa fazer é criar uma conta no microblog e milhões de pessoas irão seguir seu perfil instantaneamente. Caso você não seja um megastar, e a maioria não é, você vai ter que se esforçar para conseguir isso. Comece convidando comunidades de clientes que você tenha.

Sua companhia tem site, blog, lista de contatos ou newsletter? Use todos os meios que você possui. Se seus clientes já têm conta no serviço, convide-os a seguir seu perfil. Você deve também incluir o endereço do Twitter da sua empresa na assinatura de seus e-mails, marketing de apoio ou qualquer tipo de exposição. Você pode até mesmo estimular os usuários com sorteio de prêmios ou desconto em serviços.

Parte da cultura do Twitter é que os usuários seguem de volta quem os segue. Clique no link de sugestões no Twitter “Who to Follow”. Ferramentas como o software Tweet Adder pode dar mais detalhamento de contas a serem seguidas. Use-a para selecionar usuários de companhias similares ou que compartilham interesses com seus serviços e então siga automaticamente esses internautas. Certo número de perfis devem segui-lo de volta. Mas antes disso, é claro, deixa a sua página no Twitter atraente com uma boa imagem de perfil e bio.

2 - Conheça as regras do relacionamento

Se você é novo, aprenda o básico. As melhores práticas do Twitter como direct messages, o uso do ”@” para responder a usuários e os retweets. As direct messages são particulares. Para enviá-las, basta colocar a letra “d” antes do nome de perfil do destinatário.  Para conversar em tweets público é feito o mesmo procedimento, mas substituindo a letra “d” pelo “@”. Caso você queira reenviar uma mensagem de outro internauta, basta colocar o mesmo símbolo antes do nome do usuário e escrever as letras “RT” no começo do tweet. Você pode também pedir educadamente que seu público retweet suas publicações.

Essas práticas atraem a atenção dos seguidores, que podem ver que você está interagindo com eles. Para ter ter sucesso nessa ação, escreva uma mensagem curta antes de replicar a publicação de outro usuário. E fique atento a tweets sobre suas mensagens para manter uma conversa. Assim que aprender o básico, ferramentas com o Group Tweet permitem que você se comunique com grupos de usuários, mesmo via direct messages.

3 - Valorize a conversa

Um dos maiores erros que companhias cometem no Twitter - e nas redes sociais em geral - é tentar usá-lo para um marketing antiquado. O slogan que sua empresa usa em campanhas publicitárias na mídia pode se revelar falso no microblog.

O Twitter pode ser uma ferramenta importante de marketing, mas a rede social deve gerar conversação e agregar valor à marca. Você se promove por quem é, não pelo que diz ser. Você pode certamente usar o microblog como um meio para anunciar produtos ou serviços novos, mas seus tweets precisam valorizar o público para manter sua audiência interessada. Compartilhe informações relevantes sobre o seu setor, assim como dicas e conselhos e conversas em geral para motivar seus contatos a participar das discussões. Faça tweets divertidos e espirituosos, diga algo único. Se posicione como especialista em sua área e ofereça conselhos gratuitamente. É melhor divulgar opiniões próprias e pessoais do que apenas repetir o que os outros dizem.

4 - Encurte os links

Utilize ferramentas de encurtamento de link, como bit.ly e TinyURL para que seus links não utilizem todos os 140 caracteres do seu tweet. O bit.ly oferece também mensuração de acessos para monitorar o sucesso da sua publicação. Você pode analisar quantos cliques foram dados em cada link e qual foi mais popular, informação que você pode usar para descobrir o que funciona melhor.

5 - Enriqueça seus tweets com ferramentas de terceiros

Uma quantidade incrível de ferramentas e plug-ins para Twitter pode aumentar o valor do seu perfil. Apesar de a rede social ter sido criada como forma de serviço de SMS via internet, você pode ampliar o tamanho de suas mensagens e enviar outros tipos de arquivo. Comece usando o TwitPic ou o Yfrog para compartilhar fotos ou vídeos. Habilite estes serviços no seu smartphone para que você possam mostrar - e não apenas contar - a coisa engraçada que você viu na rua.

Você pode tornar os tweets mais interativos conectando-os com pesquisas, usando o Twtpoll, ou a salas de  bate-papo, com o Nurph. Seus seguidores vão prestar mais atenção em seus tweets se acharem conversas interessantes para participar. E integrando o Twitter com serviços de localização, como o FourSquare, pode chamar a atenção. Por exemplo, durante aquela conferência em Atlanta, alguém da sua área pode ver que você está realmente lá.

O TweetDeck, recentemente comprado pelo Twitter, permite que você gerencie multiplas contas tanto no microblog, como no Facebook, LinkedIn, MySpace, Google (GOOG) Buzz, and Foursquare. Você pode criar listas e filtrar o conteúdo dos updates que quer receber. O aplicativo possui colunas que permitem que o usuário monitore palavras-cheve específicas ou hashtags. Você também pode habilitar o TweetDeck a enviar alertas quando outras contas no Twitter mencionem sua companhia, o que dá oportunidade para identificar clientes fiéis, possíveis questões de relações públicas e gerenciar crises rapidamente.

O programa também permite programar o horário das publicações, mas o Timely, da Flowtown, vai além. Ele analise seus tweets anteriores e estima qual hora do dia eles são mais favoráveis e então programa seus próximos tweets de acordo com o resultado.

6 - Use hashtags

As hashtags são símbolos # na frente de palavras-chave.  Elas tornam seus tweets mais fáceis de pesquisar. Ferramentas como o TweetDeck e o Hashtags.org  permitem que visualizar os tweets mais recentes com qualquer hashtag. Uma hashtag comum no Twitter é #FollowFriday ou #FF, que às sextas-feiras divulga nomes de usuários que você acha relevantes. É um método valioso de conseguir mais seguidores.  Se você ganhar novos seguidores, responda agradecendo a indicação. Esse tipo de toque pessoal é uma das coisas de que os usuários gostam.

Uma maneira de atrair a atenção é tweetar sobre tópicos enquanto eles estão entre os mais postados do momento. Crie um Google Alerta para rastrear assuntos da sua área, e quando ele enviar uma histórica inédita e relevante para seu e-mail, envie essa mensagem aos seus seguidores. Se sua compania conserta computadores antigos e uma matéria sobre desperdício de eletrônicos está nas manchetes dos jornais, você pode criar a hashtag #ewaste ou #desperdicioeletronico em um tweet que explique como seu trabalho  deixa equipamentos eletrônicos fora de aterros sanitários.

Mesmo que você não comente as mais novas histórias populares do dia, você pode direcionar seu Twitter para divulgação de eventos na sua área. O NearbyTweets permite visualizar quem está falando sobre praticamente qualquer tópico em uma parte específica do mundo.

7 - Evite armadilhas

Já falamos sobre não usar o Twitter como ferramenta de spam. Mas cuidado com outras armadilhas. Lembre que muitos “seguidores” não estão realmente prestando atenção. Mesmo que a tática de conseguir seguidores seja seguir usuários com interesses em comum e esperar que haja reciprocidade, isso só vai até aí. Muitos internautas que seguirem seu perfil podem estar usando a mesma tática para aumentar a força de suas contas no microblog, e eles não estão realmente interessados nas suas publicações ou área de negócios.

Utilize o Klout ou o Peerindex para ter ideia de quantos seguidores são realmente ativos. Esses serviços dão notas de 1 a 100 para medir sua influencia online. Em algum ponto, você terá que parar de usar a estratégia de seguir usuários para conseguir mais seguidores.Deixa a sua conta no Twitter falar por si própia e espere a divulgação boca-a-boca da qualidade do seu perfil.

8 - Não espere milagres

Preciso lembrar que você não é a Lady Gaga?  Você não vai ter milhões de seguidores instantaneamente. Não haverá um aumento milagroso nas vendas ou no lucro da sua companhia só porque você criou uma conta no Twitter. Como para tudo que vale a pena ser feito, não há atalhos mágicos.

Se você usar corretamente, o Twitter pode ser uma poderosa ferramenta de marketing, um instrumento para conseguir o reconhecimento da marca e a fidelidade de clientes. Seja paciente. Agregue valor. Construa uma comunidade e deixe o conteúdo e o reconhecimento dos seus seguidores ser a força que o leva ao sucesso, tanto a sua conta no Twitter, quanto nos seus negócios.

19 de abr. de 2011

A raposa pega pela rede social, que derrubou as ações de uma grande empresa.

Após polêmica na internet, Arezzo recolhe produtos

Após lançar sua coleção de inverno, que conta com peças fabricadas a partir de pele de animais, a Arezzo enfrentou protestos de usuários do Twitter e decidiu retirar os produtos das lojas.

Após reclamações e ameaças de boicote à marca nas redes sociais Twitter e Facebook, a Arezzo decidiu tirar de circulação os acessórios da coleção Pelemania de inverno que têm como matéria-prima peles verdadeiras de animais, principalmente de raposa.

"A Arezzo entende e respeita as opiniões e manifestações contrárias ao uso de peles exóticas na confecção de produtos de vestuário e acessórios", afirma a marca em comunicado divulgado na tarde desta segunda-feira (18/4).

Mesmo assim, a empresa afirma que suas peças são "devidamente regulamentadas e certificadas, cumprindo todas as formalidades legais que envolvem a questão".

"Não entendemos como nossa responsabilidade o debate de uma causa tão ampla e controversa", acrescenta o comunicado.
De acordo com o documento divulgado em sua página no Facebook, a Arezzo disse que irá recolher os produtos que geraram tanta controvérsia em "respeito aos consumidores contrários ao uso desses materiais".

Apenas os produtos produzidos com peles sintéticas devem continuar nas lojas.

A hashtag (termo utilizado no Twitter com o símbolo #) #arezzo era o segundo assunto mais comentado do Brasil na tarde de hoje.

Na BM&FBovespa, as ações da companhia (ARZZ3) registraram baixa, com queda de 0,28%, cotadas a R$ 24,88.

Weruska Goeking (wgoeking@brasileconomico.com.br)

26 de mar. de 2011

O barulho que as empresas ainda ignoram.

A FÚRIA DOS CONSUMIDORES NAS REDES SOCIAIS

Já está virando moda os vídeos e comentários de consumidores insatisfeitos protestando contra marcas conhecidas e poderosas em redes sociais e blogs. Produtos defeituosos e, esencialmente, descaso na prestação de serviços ou atendimento pós-venda são as principais queixas. A velha e conhecida peregrinação: telefone, atendente, promessa, visita, assistência técnica e órgãos de defesa estão inevitavelmente presentes.

O que até pouco tempo atrás era tratado como fato isolado e colocado embaixo do tapete por setores de atendimento ao consumidor pode se tornar uma verdadeira bomba-relógio em questão de dias − dependendo do conteúdo e da adesão dos internautas. O caso da United Airlines é emblemático. Um músico criou uma canção para demonstrar o atendimento recebido quando sua guitarra de estimação foi destruída em um voo doméstico. Cinco milhões de visualizações em cerca de trinta dias e perda de U$180 milhões no valor das ações.

Um dos grandes benefícios trazidos pela rede mundial de computadores foi subverter a lógica vigente, transferindo o poder para os usuários, os quais podem comparar preços, verificar comentários de outros internautas e expressar sua própria opinião − seja através de comentários ou produzindo e divulgando seu próprio conteúdo. Um refrigerador colocado em frente a sua casa poderia chamar a atenção de alguns poucos vizinhos. Não foi exatamente o que aconteceu com a Brastemp, envolvida recentemente em um caso de marketing viral.

A considerar os fatos recentes e as marcas envolvidas, creio que as corporações não tem andado na mesma velocidade da web, sendo atingidas de maneira fulminante pela rapidez com que as informações trafegam pela rede. As ações e reações atabalhoadas de seus funcionários comprovam a falta de processos e planejamento para lidar com situações de exposição extrema. Dessa maneira, apresento quatro dicas bastante simples para que as empresas possam diminuir os impactos causados em sua imagem.

Monitoramento: esteja atento às mensagens e comentários relacionados à sua marca, empresa, produto ou serviço, criando uma rotina de verificação nos principais blogs e redes de relacionamento.

Velocidade: uma vez detectado algum indício de problema, haja rápido. Os prazos na web são incompatíveis com os oferecidos pelas morosas centrais de atendimento ao consumidor.

Transparência: nunca, em hipótese alguma, tente abafar uma situação. Posições autoritárias ou decisões judiciais podem amplificar ainda mais o problema, ferindo uma das regras de ouro da web.

Comunicação: esteja sempre pronto ao diálogo, respondendo as dúvidas e solicitações dos internautas e criando canais especiais de comunicação quando necessário.

Vale salientar que reclamações e clientes insatisfeitos são em geral consequências de produtos com defeitos, serviços mal dimensionados, atendimento displicente e processos ineficientes. Uma boa saída para detectá-los está na criação de mecanismos e formas de capturar as opiniões, críticas e sugestões de colaboradores, parceiros, fornecedores e clientes, tais como ouvidorias, reuniões periódicas e centrais de atendimento proativas.

Em suma, bastaria ouvir, registrar, catalogar as informações e colocar certa dose de inteligência nas reclamações feitas pelos clientes, evitando a repetição dos itens com maior frequência.

Creio que eu não seja o único que sinta que suas reclamações ou e-mails pareçam ter o mesmo destino dos spams em nossas caixas de correio eletrônico. Os proprietários da geladeira e da guitarra certamente tiveram o mesmo sentimento, porém ao invés de se manterem calados, utilizaram o poder de fragmentação das mídias, fazendo público um problema privado. Viva à web 2.0!

Marcos Morita (professor@marcosmorita.com..br) é mestre em Administração de Empresas, professor da Universidade Mackenzie, especialista em estratégias empresariais, colunista, palestrante e consultor de negocios, atuando, há mais de quinze anos, como executivo em empresas multinacionais.

14 de jan. de 2011

As grandes responsáveis pela reinvenção da forma de vender.

E-commerce Social no Brasil: a grande aposta

Fazer do comércio eletrônico uma verdadeira rede social. Esse deve ser um dos princípios básicos de quem se aventura no e-commerce.

A compra social já existe muito antes de imaginarmos que um dia poderíamos adquirir produtos e serviços pela internet. As mulheres saem para comprar em shoppings, acompanhadas de suas amigas onde, em cada vitrine, opinam e discutem sobre determinado item, influenciando, mesmo que indiretamente, a decisão de suas parceiras na hora de comprar. Os homens, no mundo físico, falam sobre carros, artigos esportivos, discorrem sobre marca, qualidade e, consciente ou inconsciente, fazem parte de uma boa movimentação de vendas de itens como esses, por exemplo.

A internet, aliada a tecnologia, também vem ganhando recursos, sem sombra de dúvidas, infindáveis, onde o céu é o limite. Mas as lojas virtuais, principalmente as de pequeno e médio porte ainda não se deram conta disso. A base principal dos temas discutidos no Shop.Org deste ano, maior evento de comércio eletrônico que ocorreu em Las Vegas, foi, nada mais, nada menos que...redes sociais, grandes responsáveis pela reinvenção da forma de vender. E, nessa carona, é preciso aproveitar o potencial de nosso país. O brasileiro é o maior usuário do mundo de redes sociais. É uma das nações que mais passa o tempo usando a internet.

As redes sociais hoje são a tradução do que acontece no ambiente físico, onde as pessoas interagem e opinam o tempo todo, ganhando poder influenciador e determinante nos mais diversos âmbitos para formar novas opiniões em pessoas. A única e vital diferença é que ela não restringe a “conversa” mais a um grupo de amigos em comum. Na web, o poder de alcance é infinitamente maior. Usuários que não se conhecem ficam amigos, por partilharem da mesma opinião ou, muitas vezes, por até não concordarem entre si e chegarem à conclusão de que suas opiniões podem ser revertidas e unidas em prol de argumentos plausíveis em relação às marcas, produtos e serviços.

Engana-se quem pensa que colocar uma marca ou uma empresa à disposição para comentários na internet pode estar fadado ao fracasso. O comércio eletrônico de ontem não é o mesmo de hoje e nem terá semelhanças amanhã. Portanto, a prática da inovação deve ser constante. O conceito de compra social no mundo físico deve ser migrado imediatamente ao universo online. Chamo aqui a atenção para as lojas virtuais de pequeno e médio porte que, embora ainda não tenham a conscientização da importância de se investir em recursos sociais, vão entender que se não fizerem isso o mais rápido possível, não chegarão ao almejado índice de conversão real de vendas.

Segundo pesquisa feita pelo Guidance - provedor de soluções de e-commerce baseado na Califórnia - os consumidores sentem falta da interatividade social, principalmente agora que a participação do mercado está mais importante do que nunca. Incluir atividade ou interatividade social ao portal, como por exemplo, ranking de produtos, chat ou mural de recados, podem melhorar a imagem do site. 

Vamos além: um estudo da Bazaarvoice comprovou que as taxas de conversão são mais altas em sites com avaliações e críticas feitas pelos consumidores (mesmo que sejam medíocres) do que nos que não as apresentam. Esses dados são internacionais, mas não tardam a chegar no Brasil.

É preciso agir, a concorrência está antenada. Não encare as redes sociais como um custo. Potencialize a efetividade, insira recursos para comentários de seus clientes e, claro, ao lado do produto ou serviço presente na loja virtual. Atualize os comentários regularmente com uma periodicidade máxima de dois meses. Não tenha medo de pedir ao e-consumidor um feedback, seja diretamente na home do portal ou pelas campanhas de email marketing. Incentive, dê descontos nas próximas compras, frete grátis, faça ele voltar e falar bem de você.

Afinal, são eles os maiores responsáveis pelo seu crescimento. Termino esse artigo com algo que acabo de ver e...na internet. “Saraiva cria espaço de compras coletivas no Facebook”. Mais uma vez, um grande player investindo, de um jeito ou de outro, em redes sociais. Lojas virtuais PMEs, vamos junto? Chegou a hora de agir.

Por Natan Sztamfater, CEO da Cookie Web | 13/01/2011

25 de ago. de 2010

Lançamento de carro novo por rede social

Ford lança New Fiesta pelo Facebook

Carro é o primeiro do Brasil lançado na rede social

Fase de pré-lançamento
inclui dez filmes exclusivos
para a internet e dois para a TV
São Paulo - Ford Brasil faz campanha de lançamento do New Fiesta focada em mídias sociais. O principal pilar da campanha será o Facebook, o maior site de relacionamento do mundo.

Com perfil aberto New Fiesta Stories, a montadora apresenta ao consumidor todos os detalhes de seu carro global. A fase de pré-lançamento inclui dez filmes exclusivos para a internet e dois para a TV. Os filmes serão gravados com pessoas comuns, que serão abordadas nas ruas por uma equipe de filmagem e serão convidadas a experimentar uma nova história com o New Fiesta.

A página trará ainda novidades sobre a campanha e "posts" informativos sobre o produto que destacarão os atributos da marca.

A campanha da JWT converge todas as ações para o perfil do carro no Facebook e lá interage com sua rede social para ganhar maior visibilidade.

A campanha de lançamento prevê também exposição do carro nas ruas, em locais estratégicos para mostrar a reação do público, projeções no carro e um show exclusivo da banda Chromeo no Brasil.

25/08/2010 | 13h43

15 de ago. de 2010

86% dos usuários brasileiros de internet navegam em blogs e redes sociais

Como transformar Twitter, Orkut e Facebook em verdadeiras máquinas de sucesso


Veja dicas de especialistas na área e algumas ações de empresas que utilizaram as redes sociais corporativas para divulgar seus negócios e conquistar mais clientes


Há tempos, as redes sociais são apontadas como uma tendência para complementar as ações empresariais. Mas o fato é que essa tendência está a cada dia se transformando em realidade. Uma pesquisa realizada recentemente pelo instituto Nielsen Ibope revelou que 86% dos usuários brasileiros de internet navegam em blogs e redes sociais.

O fato é que ter um perfil no Twitter, Facebook, Orkut ou LinkedIn deixou de ser apenas passatempo e conquistou um novo público. Hoje, empresários, candidatos, empresas, meios de comunicação, usam esses canais como uma ferramenta para informarem e serem informados. 

Para Cristiano Miano, sócio diretor da DigiPronto, agência que atua há mais de 10 anos em estratégias vencedoras na internet, as redes sociais se tornaram excelentes meios para medir as estratégias de uma empresa. "O Twitter, por exemplo, pode ser um grande observatório, assim como pode ser um palco para conversas entre empresas e consumidores. Também podem fazer o acompanhamento das marcas, produtos e assuntos relacionados a elas". 

Vitor Elman, diretor de criação da Cappuccino, empresa especializada em ações corporativas para comunicação digital, indica que nesses canais as marcas devem ser sempre transparentes com o público. "Não adianta mais você querer falar bem de um produto que não é. A via é de mão dupla e a resposta do consumidor é imediata". Para Elman, dar atenção ao consumidor é um fator decisivo para o sucesso. "As pessoas compartilham sentimentos e experiências e estão ávidas por relacionamentos. Quanto mais humana for sua marca, melhor", ressalta o executivo. 

Cases na redes

O diretor de criação da Cappuccino indica que saber o objetivo da ação deve nortear a estratégia utilizidada nas mídias sociais. "Um exemplo é nosso caso com o cliente Mucoangin. Nosso objetivo era aumentar as vendas e associar a marca com a dor de garganta. Para isso, criamos uma ação que monitora quem menciona 'dor de garganta' no Twitter e respondemos essas pessoas com uma mensagem calorosa de conforto nesse momento chato, além de chamarmos para visitar um endereço na Internet", destaca Elman.

1O executivo explica que ao mesmo tempo foi criada uma sala de tratamento personalizada com um boneco animado que possui a foto do Twitter do usuário, uma simulação do tratamento, dicas de melhorar as dores e opções de compartilhamento com os amigos. Vitor Elman explica que em um mês de ação, o site atingiu mais de 32 mil participantes, as vendas do produto cresceram em 90% e obteve mais de 1500 citações espontâneas no Twitter. Conheça a ação aqui


Datas comemorativas

Datas comemorativas também são geralmente aproveitadas para ações variadas com o consumidor. Um exemplo foi o Melhor da Vida, empresa pioneira no conceito de Experience Marketing no Brasil, que aproveitou o potencial das mídias sociais para alavancar as vendas e divulgar sua marca no Dia dos Pais. Para isso, promoveu o concurso cultural "Dia dos Pais EMOÇÃO", além de promoções especiais para os seus seguidores no Twitter, Orkut e Facebook. O resultado foi o aumento em 33% nas vendas comparado ao mesmo período do ano anterior.

2










Existem boas práticas para uma empresa se destacar frente aos concorrentes com a utilização das redes sociais. Baseado em casos do mercado, veja algumas receitas indispensáveis para utilizar essas redes corporativas apontadas pelo diretor de criação da Cappuccino,  Vitor Elman :

Transparência: É extremamente importante ser transparente com seus consumidores e com agentes formadores de opinião do meio como administradores de comunidades, etc. Estamos na época da transparência na relação entre marca e consumidor. Nessa época não é possível querer falar bem de um produto que não é, porque a via de mão dupla faz a verdade vir a tona (é só conferir o caso da United Airlines).

Contexto: O Twitter é uma ferramenta onde o usuário segue quem quer. Ele tem o comando. No caso de redes sociais, a segmentação é um diferencial importantíssimo. Mas ao trabalhá-la sua mensagem tem que ter total coerência com o que o usuário / consumidor está esperando.

Engajamento: Essa é uma prática que serve para toda ação bem feita. Mas em redes sociais temos um ambiente mais aberto, pessoas mais disponíveis a se engajar. Uma ação que dê um estalo, um momento de epifania, ou que seja uma experiência inesquecível e contagiante, em uma rede social, tem o fator boca a boca elevado à quinta potência.

As ferramentas já estão lá, a um clique para comunicar à toda a sua rede de contatos. É o que faz aplicativos sociais, ações de relacionamento e até mesmo anúncios (Sim!! Anúncios! No Facebook, por exemplo, você pode "Curtir" um anúncio, compartilhando com todos os seus amigos).

Frequencia: Antes de iniciar qualquer ação de relacionamento em redes sociais é preciso avaliar se você terá 'musculatura' suficiente para mantê-la. Não adianta criar um perfil no Twitter, por exemplo, conseguir diversos seguidores com promoções se, no final, você não terá conteúdo para mantê-los. É aí que entra a frequência de posts, twittadas, etc. Ela é essencial para o sucesso do relacionamento e da fidelidade do seu consumidor. Ela deve ser balanceada para não ser uma cachoeira de informação e não ser tão escassa que pareça falida. Existem até pesquisas de melhores horários para se Twittar (veja o estudo aqui.

Personalização: Uma grande vantagem de redes sociais é a comunicação "one to one", cara a cara mesmo. Quanto mais a marca assume um caráter humano e mais próximo, maior o estreitamento da relação com o consumidor e maior o sucesso dela com esse público. Saber ouvir o que está se falando, interpretar e utilizar isso seja em uma sincera resposta, seja aplicando em uma implementação de um produto ou até para sua campanha é um diferencial muito importante. É o caso da Old Spice, que, através de vídeos personalizados com o protagonista do comercial da marca respondendo diretamente às menções de usuários no Twitter, criou um dos maiores casos de sucesso das mídias sociais, confira aqui. 

Fábio Bandeira de Mello | 12/08/2010 | 00h11


9 de ago. de 2010

O ideal é se prevenir para evitar que o problema surja.

Resolvendo problemas legais nas redes sociais




Redes sociais e mídia social são termos que já estão "para lá de batido". No Brasil, as de maior destaque são Orkut, Twitter e Facebook, além de blogs em geral. Com o surgimento de tais facilidades em ambiente eletrônico, aliadas à "inclusão digital", percebe-se que, na mesma proporção, surgem também algumas situações problemáticas, dentre elas aquelas relacionadas à real identidade da pessoa que utiliza tais serviços e ferramentas.
Possivelmente você ou alguma pessoa conhecida sua já teve o perfil de qualquer site de relacionamentos ou mídia social, clonado ou "furtado", se tornando o famoso "fake". O ideal é se prevenir para evitar que o problema surja. Porém, se ele já aconteceu, é preciso tomar algumas providências para resolver a situação ou, no mínimo, amenizar as consequências.

Passo 1

O primordial é gravar todas as telas e páginas criadas ou alteradas no perfil falso ou modificado. Você pode usar o "print screen" do seu teclado e depois abrir o Paint e ir salvando as telas, uma a uma. Pode usar, também, o comando "salvar como" do seu navegador. É de extrema importância que você tenha tais dados, portanto, não deixe de fazê-lo. Se tiver dúvidas, peça ajuda. Salve tudo, preferencialmente em dois CDs, caso possível.
Há também alguns programas, pagos e ou gratuitos, que "filmam" a sua tela e a salvam em arquivo de vídeo na extensão AVI, por exemplo. São conhecidos como "screen-recorders". Tais softwares são muito bons e, se possível, utilize um deles. Para encontrá-los, há alguns sites para downloads de softwares "freeware" na Internet.

Passo 2

Denuncie, ao próprio administrador do serviço, pelo link disponível no próprio site, a situação ilícita que está ocorrendo. No Orkut, a opção se chama "denunciar abuso" e está localizada na página do próprio perfil. Informe detalhadamente o ocorrido para facilitar a análise das informações pela equipe responsável.
Nos casos de sites hospedados em outros países, há também a possibilidade de encaminhar mensagem de e-mail, sendo que na maioria das vezes costuma ser abuse@nome.com. Pesquise no próprio site para encontrar essa informação e, na dúvida, encaminhe também para ele.

Passo 3

Avise aos seus familiares e amigos sobre o fato, caso verifique que isso não piore a situação. Peça a eles que também denunciem o perfil ou comunidade objeto do problema. A quantidade de reclamações tende a aumentar a credibilidade da reclamação.
Essa fase também é importante para deixar tais pessoas alertas em relação à eventual comunicação da pessoa se fazendo passar por você. Isso pode evitar contratempos e mais constrangimentos. Lembre-se, há a possibilidade de essa pessoa marcar encontros, realizar conversas sensuais ou pornográficas, falar "desaforos", fechar negócios etc.
A conduta de alguém se passar por você pode configurar o disposto no artigo 307 "caput" do Código Penal, com pena de detenção de três meses a um ano ou multa, podendo chegar até o estelionato, como previsto no artigo 171 "caput" e parágrafos do Código Penal, com pena de reclusão de um a cinco anos, que pode aumentar em um terço no caso de o crime ser cometido em detrimento de entidade de direito público ou de instituto de economia popular, assistência social ou beneficência (art. 171, § 3º do CP).
Além das situações citadas no parágrafo anterior, dependendo do teor da conversa, a pessoa pode também incidir nas iras das penas dos crimes contra a honra (calúnia, difamação e injúria), dentre outras possibilidades.

Passo 4-a 

Se for caso de perfil furtado, no qual descobriram sua senha ("senha roubada"), crie um outro perfil (lembre-se de utilizar seu nome e nunca o nome de outras pessoas) e solicite à pessoa que informe a senha, efetuando a "devolução" do perfil, dizendo a ela quais providências estão sendo tomadas e que tal ato configura-se crime na legislação brasileira. Essa atitude tem sido frutífera em algumas situações. Vale a pena tentar.
Caso você não tenha mais interesse em manter o referido perfil, também solicite a retirada imediata do perfil do ar.

Passo 4-b 

Se for caso de perfil clonado, hipótese de ter sido criado um outro perfil com seu nome, dados ou fotos, utilize seu perfil verdadeiro e solicite que a pessoa altere os dados ali existentes, sob pena de incidir em crime, informando quais medidas estão sendo tomadas. Costuma dar certo.
Também solicite que a pessoa retire o perfil do ar o mais rápido possível.

Passo 5

Faça uma correspondência com A.R. (aviso de recebimento) e envie ao endereço da prestadora do serviço (Google, Microsoft, Yahoo!, Mercado Livre, etc.) pelos Correios, informando o ocorrido e solicitando que sejam tomadas as medidas necessárias e desejadas por você.
Se for perfil em outras mídias sociais, encaminhe a correspondência ao endereço no Brasil ou no exterior, caso não haja representante no Brasil, sempre no idioma nativo, geralmente o inglês.

Passo 6

O próximo passo, caso você tenha o desejo de que a pessoa seja punida criminalmente, é procurar uma Delegacia de Polícia. Há estados em que há Delegacias especializadas em crimes eletrônicos.
Procure se informar como é o atendimento em seu estado, mas entendo ser obrigação de todas as Delegacias registrar a ocorrência para a população e, depois, caso assim entenda ou determine o procedimento da instituição policial, o Delegado remete o B.O. à Delegacia Especializada. Verifique também a possibilidade de registro de ocorrência pela Internet.
Quando for à Delegacia, procure levar o máximo de documentos para provar a sua alegação e para agilizar o trabalho da Polícia Civil. No caso do Orkut, por exemplo, é importante que o número de UID esteja impresso.
Leve uma cópia do CD e uma cópia da correspondência enviada à empresa responsável (veja o Passo 5), ou siga os procedimentos passados pela pessoa que te atender ou disponíveis no site. Informe sobre eventuais suspeitos e algumas peculiaridades (nome completo, endereço, locais que frequenta, local de trabalho, nome de familiares, números de telefone, e-mails utilizados, perfis em mídias sociais etc.) dessas pessoas para que sejam exploradas em eventual oitiva e para comparação com os dados levantados pela investigação
Um bom exemplo é o atendimento no Nurecel, Núcleo de Repressão aos Crimes Eletrônicos da Polícia Civil do Espírito Santo, que dispõe de um ofício padrão que é enviado ao proprietário do serviço de Internet para que o perfil seja retirado do ar, caso esta seja uma das intenções da possível vítima.
Há a possibilidade de que você já tenha certeza de quem é o autor do suposto crime, assim, pode apresentar, conforme o caso, por meio de um advogado, uma queixa-crime diretamente no Juizado Especial Criminal mais próximo de sua residência.

Passo 7-a

Caso o problema não seja sanado em alguns dias, procure um advogado, a Defensoria Pública ou um serviço de atendimento jurídico existente nas faculdades de Direito e exponha o seu problema, informando desejar que o perfil, conta de e-mail ou comunidade sejam cancelados e retirados do ar o mais rápido possível. Eles te auxiliarão ou farão o serviço junto à Justiça Cível ou Juizados Especiais Cíveis, conforme a gravidade da situação. Leve o CD com as "telas" gravadas.

Passo 7-b

Você também pode buscar o Juizado Especial Cível sem auxílio de outra pessoa, bastando que leve cópia de seus documentos pessoais, cópia do CD com as telas, cópia da correspondência com A.R., cópia do Boletim de Ocorrência Policial e outros documentos que achar interessantes, mas lembre-se de que o auxílio de um advogado é sempre salutar.
Informe o ocorrido e solicite à pessoa que lhe atender que deseja resolver o seu problema e solicite um pedido de antecipação dos efeitos da tutela, podendo ser retirada do ar do perfil ou comunidade, alteração e repatriação de senha, dentre outros pedidos mais específicos de acordo com o caso concreto.
Esses são os passos e medidas que podem ser tomadas com a finalidade de sanar o problema. Converse com um advogado sobre a possibilidade, ou não, de entrar com um pedido de danos morais e/ou materiais, de acordo com o caso concreto. Tal pedido pode, também, ser feito posteriormente em outra ação judicial.
Caso seu interesse seja somente em sanar o problema (retirar do ar o perfil ou recuperar a senha, por exemplo) ou de confeccionar o documento para se resguardar de problemas futuros, sem haver necessidade de se tentar punir criminalmente o autor do crime, informe na Delegacia que deseja somente registrar a ocorrência e que não há necessidade de investigação, que ela pode ser arquivada. Mas não deixe de registrar a ocorrência policial.
Tomadas as medidas citadas acima, a melhor coisa a ser feita é tentar esquecer o ocorrido e acompanhar o andamento dos procedimentos realizados. E não se esqueça de preservar melhor as suas informações pessoais e utilizar senhas difíceis de serem descobertas.
Deixo abaixo os endereços dos representantes da Microsoft e Google, conforme disponibilizados nos respectivos sites dos serviços.
Google Brasil Internet Limitada
Av. Brigadeiro Faria Lima, nº 3900, 5º andar, Bairro Itaim
São Paulo, CEP 04538-132
Telefone: (11) 3797-1000 / Fax: (11) 3797-1001
Microsoft Corporation Microsoft Informática Ltda.
Av. Nações Unidas, 12.901, Torre Norte, 27º andar
São Paulo, SP, CEP 04578-000
06/08/2010 | 09h00