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26 de out. de 2010

Praga capaz de invadir sistemas de grandes corporações sem ser detectada por softwares de segurança

Ataques virtuais quase invisíveis ameaçam agentes financeiros

Além de terem acesso a dados sigilosos, os cibercriminosos conseguem, ainda, estabelecer bases para futuros ataques, já que todas as ações são extremamente sutis

Foi anunciada, na semana passada a descoberta de uma nova categoria de praga virtual, capaz de invadir sistemas de grandes corporações sem ser detectada por softwares de segurança. As chamadas técnicas avançadas de invasão (AET, em inglês) combinam vários acessos simultâneos a uma mesma rede, burlando firewalls e antivírus, que, por hora, têm sido ineficazes na proteção de dados.

O anúncio foi feito pela Stonesoft, pequena companhia especializada em segurança virtual, que comparou as AETs a chaves mestras, por serem capazes de "abrir" qualquer rede protegida sem serem percebidas. Segundo a empresa, além de terem acesso a dados sigilosos, os cibercriminosos conseguem, ainda, estabelecer bases para futuros ataques, já que todas as ações são extremamente sutis.

 

Investigações

 

Os diretores da Stonesoft afirmaram que deve haver mais grupos trabalhando pela descoberta de formas para conter as invasões. Entretanto, com o anúncio feito, foi a companhia que disparou no mercado. Com a divulgação do comunicado, suas ações subiram 20%, e continuam subindo 9%, em média.

As informações são da América Economia. 

 

25/10/2010 | 12h29min

 


22 de out. de 2010

Queixas contra empresas que vendem produtos e serviços na Internet.

e-consumidores de SP contarão com serviços do Procon

A partir desta sexta-feira, 22, os internautas de São Paulo passam a contar com um endereço eletrônico para formular queixas contra empresas que vendem produtos e serviços na Internet.

O órgão já realizava atendimentos on-line, das 10h às 16h, mas só para tirar dúvidas. Também era possível resolê-las por telefone e e-mail. Mas o registro de reclamações só podia ser feito pessoalmente e com a apresentação do RG original e de cópias dos documentos que comprovassem a compra.

Até agora, quem precisasse registrar uma reclamação contra um site de vendas on-line precisava ir até um dos postos de atendimento do Procon, o que em São Paulo, era feito apenas nos Poupatempos de Itaquera (zona leste), Santo Amaro (zona sul) e Sé (centro).

Com o novo site, o consumidor não precisará mais ir até um desses postos de atendimento nem apresentar documentos na primeira etapa. Por enquanto, o site só receberá queixas contra operações feitas on-line. A ideia é que, no futuro, o site seja usado para reclamações contra todas as empresas, de qualquer meio de consumo.

O Procon não informou quantas queixas recebe anualmente de empresas de vendas on-line. No ranking do ano passado, porém, a B2W, que reúne os sites Americanas.com, Submarino, Shoptime e TV Sky Shop, aparece no 29º lugar entre as empresas com mais reclamações de consumidores.

21/101/2010

6 de out. de 2010

O internauta pode tocar com a banda virtual e ainda concorrer à vários prêmios

Batavo estreia game online focando público tween

Internauta consegue tocar junto com a banda virtual Batavito e concorrer aos prêmios

A BRF Brasil Foods estreia uma ação digital com objetivo de reforçar o novo posicionamento da linha de leites fermentados Batavito, junto ao público tween (entre 8 e 14 anos). A Wunderman cria um game online em que o jogador faz parte de uma banda de pop/rock. No www.batavito.com.br, que integra a campanha assinada pela agência Dez Propaganda, as estrelas da ação são integrantes da banda fictícia de pop/rock Batavito – formada pelos personagens Bat (baterista), Amy (vocalista e baixista) e Vito (guitarrista). O internauta pode tocar com a banda virtual e ainda concorrer a 70 Nintendos Wii e a uma viagem aos parques da Disney na Europa.

"Os personagens da banda são a personificação do público tween que consome Batavito. Segundo as pesquisas que fizemos, os atuais consumidores desta faixa etária possuem características bem marcantes: são tecnológicos e multicanais; estão sempre em busca de uma turma; e adoram música", explica Damiano Sanna, gerente de Marketing Refrigerados Lácteos da Unidade de Negócios Batavo-Elegê.

"Integrando todo o conteúdo do site com o game em uma única plataforma de comunicação digital, estruturamos uma central de entretenimento de marca onde o internauta pode jogar, conhecer as músicas da banda, assistir video-clipes em animação e visitar os perfis dos integrantes da banda nas redes sociais", acrescenta Paulo Sanna, vice-presidente de criação da Wunderman.

4/10/2010 | 14h49

4 de out. de 2010

23 milhões de internautas já fazem compras on line

Redes sociais: a nova fronteira do e-commerce

Ter uma loja nas redes sociais significa que o objetivo das ações deixa de ser “conseguir novos compradores” para “conquistar novos amigos”. Saiba a razão.
De acordo com a pesquisa mais recente do e-Bit, divulgada durante o evento Semana do e-Commerce em São Paulo, 23 milhões de internautas já fazem compras pela internet, o que em 2010 deve representar faturamento de RS$ 14,3 bilhões, mantendo a taxa de crescimento do setor acima dos 30% anuais. E tudo leva a crer que esses números devem continuar aumentando em 2010 devido à economia favorável e à elevação do número de internautas no Brasil, que já soma 67 milhões.

Mas se o cenário é amplamente favorável, a concorrência passa a ser mais acirrada: novas empresas, aumento da oferta, guerra de preços etc. O comércio eletrônico tende a se tornar um “oceano vermelho”, em que se sobressair e conquistar o consumidor será cada vez mais difícil.

Para sair desta situação e chegar ao “oceano azul” onde estão as oportunidades, a pressão da concorrência não se faz tão presente e o consumidor não só tende a ser mais fiel como até um defensor da loja preferida, as empresas precisam direcionar suas ações às redes e mídias sociais, a nova fronteira do e-commerce. Também neste aspecto o Brasil oferece grandes oportunidades.

Mas dar esse passo não significa, como muitas lojas vêm fazendo, atuar com propaganda da mesma forma que nas mídias tradicionais. Como o próprio nome já indica, as redes sociais não são apenas uma mídia (meio de comunicação) e sim uma rede de relacionamentos. Isso significa que o objetivo das ações deixa de ser “conseguir novos compradores” para “conquistar novos amigos”.

Este é um conceito-chave para garantir resultados e também o grande desafio. Para ajudar a desenvolver uma estratégia realmente efetiva, vale a pena prestar atenção nas orientações de profissionais e especialistas que participaram da Semana do e-Commerce:

1 - Não há fórmulas prontas. Uma empresa pode conseguir vendas imediatas ou usando a mesma estratégia, ter resultados pífios. Por isso é importante que a loja faça um estudo prévio, estudando públicos-alvo, segmentos, comunidades e a forma como elas interagem, de modo a desenvolver uma estratégia própria.

2 - Redes sociais não são mídias de massa. Não espere atingir centenas de milhares de pessoas de uma vez, é um trabalho de médio e longo prazo. Lembre-se, conquistar a confiança de um amigo leva tempo.

3 - Lembre-se que os mesmos recursos das redes sociais que estão à disposição para a loja fazer suas promoções também estão à disposição das pessoas para elogiar ou reclamar. Da mesma forma que sua mensagem pode ser bem recebida e se tornar um “viral” atingindo milhares de pessoas, uma reclamação ou insatisfação se propaga com a mesma velocidade e com efeitos ainda maiores.

4 - Envolva outras áreas. De acordo com pesquisa da consultoria Deloitte, 70% das empresas focam sua atuação nas redes sociais em marketing e vendas. Mas como foi citado anteriormente, as ações geram todo o tipo de feedback: compra, elogios, reclamações, dúvidas etc. Por isso, existe a necessidade de que outras áreas (SAC, relações públicas) estejam envolvidas.

5 - Tenha um plano de crise. O envolvimento de outras áreas, inclusive da liderança da empresa, é importante também para a elaboração de um plano de crise de imagem que porventura envolva a loja nas redes sociais. A empresa precisa se antecipar a problemas que possam ocorrer e colocar o plano em prática com rapidez se o pior acontecer.
Silvio Tanabe (Consultor de marketing digital da Magoweb)

HSM Online | 17/09/2010

29 de set. de 2010

São solicitados 90 mil atendimentos p/ mês pelo e-consumidor

A Netshoes investe em atendimento online

Sistema inteligente de atendimento foi adotado pela loja virtual para maior agilidade no tempo de resposta

A Netshoes implantou o sistema inteligente de atendimento da NeoAssist com objetivo de trazer maior agilidade no contato com o e-consumidor, além disso, de maneira automatizada para reduzir o volume de chamadas nos canais de chat e e-mail. O sistema traz respostas imediatas a dúvidas comuns, sem intervenção humana, mostrando inúmeras informações que facilitam o processo gerencial.

O atendimento automatizado é composto por um banco de dados, personalizado pela NeoAssist, em parceria com as principais perguntas e respostas definidas junto a Netshoes. Em média, 90 mil atendimentos são solicitados por mês pelo e-consumidor ao sistema inteligente de atendimento, sendo 60% das respostas solucionadas de maneira automatizada.

Frank Kwong, gerente de canais da Netshoes, afirma que a adoção do sistema inteligente de atendimento visou primeiramente a satisfação do cliente. "Queríamos disponibilizar aos internautas que compram em nossa loja online um canal de autoatendimento que trouxesse retornos rápidos em relação ao que precisam, para que se sintam tão confortáveis como se estivessem em uma loja física", finaliza.

30 de jun. de 2010

Espera-se 23 milhões de consumidores comprando seu primeiro bem de consumo ou serviço usando a internet gastando em média R$ 380,00

Negócios on-line se fortalecem com planejamento de Marketing

Mercado brasileiro terá 23 milhões de novos e-consumidores e 40% de aumento nas vendas em 2010

Por Thiago Terra, do Mundo do Marketing | 29/06/2010
thiago@mundodomarketing.com.br

Os negócios on-line são bem-vindos no Brasil. Cada vez mais empresas percebem que a internet é importante para acrescentar as vendas e, em muitos casos, é o principal plano de negócios de uma marca. Dados da e-bit encorajam o investimento já que, para este ano, espera-se um crescimento geral de vendas de cerca de 40%, se comparado a 2009.
Junto ao cenário favorável de se investir em mecanismos digitais rentáveis está a barreira da desconfiança que ainda existe para alguns e-consumidores. Isto está mudando graças a ações dos próprios players com relação à percepção do consumidor com dicas para uma compra segura. Os cliques feitos por 18 milhões de pessoas negociando pela primeira vez na internet em 2009 deram o aval para o acesso das grandes marcas do varejo à internet.
Se os números do ano passado animam, os de 2010 são ainda melhores. Espera-se 23 milhões de consumidores comprando seu primeiro bem de consumo ou serviço usando a internet que, em média, gastarão R$ 380,00, segundo a e-bit. A razão para o otimismo com relação aos negócios on-line nasce com o bom momento da economia nacional e com o aumento do poder de compra da classe C.
Entrega X preço
“Levando-se em conta a sazonalidade e o índice de entrega, o setor que tem feito o melhor trabalho é o de eletroeletrônicos”, aponta Alexandre Umberti, Diretor de Marketing e Produtos da e-bit, em entrevista ao Mundo do Marketing. De acordo com os números da empresa, os clubes de compras despertam o maior interesse em negócios on-line apesar de apresentam média de entrega superior a média geral do e-commerce.
O comum hoje é a entrega em 24 horas. O que difere os clubes de compra, além do extenso prazo de entrega, é o menor preço. “O problema é dizer que entrega e não cumprir. Não adianta estar fora do que o mercado pratica e não conseguir exercer os acordos comerciais”, alerta Umberti. A recente entrada do Carrefour na esfera de negócios on-line mostra que a interpretação incorreta do mercado virtual pode causar uma expectativa maior que a esperada.
“A leitura equivocada da varejista francesa sobre a demanda deste novo canal, nos primeiros dias, teve impacto na entrega. Mas rapidamente foi solucionada e atingiu níveis de excelência. É preciso estar atento ao consumidor, ser fiel a sua estratégia e entender qual é a identidade para dar foco ao negócio”, ensina o Diretor de Marketing da e-bit.
Web X PDV
Se os destaques positivos dos negócios on-line são o crescimento de setores proeminentes de eletrônicos, com a chegada da Copa 2010, e o de camisetas personalizadas, os negativos são as empresas que investiram em vendas de CDs e DVDs, principalmente por causa da pirataria e das cópias oriundas da própria web.
Outro fator que encoraja o investimento em negócios on-line é, primeiramente, a economia com relação a uma loja física. “Esta é a principal diferença. Optamos pela internet porque gastamos 30% do valor de uma loja física bem localizada, sem falar nos espaços em shoppings”, aponta Gustavo Menna, Diretor da marca de moda masculina Brave.
Dos e-consumidores da Brave, 20% deles conheceram a marca por indicação. Este é mais um ponto a favor dos negócios on-line, que já contam com a força das redes sociais e do boca a boca dos internautas. “O nosso diferencial com relação às grandes marcas são os vídeos no site para demonstrar os produtos. Este sistema de e-commerce é pouco disseminado no Brasil”, diz Menna.
Negócios nas redes
Parceira da Brave no ambiente digital, a byMK estudou o comportamento de seus usuários e percebeu que a web é onde as pessoas querem se expressar. “Se as marcas estiverem neste contexto podem entrar nesta conversa e ajudar na auto-expressão dos consumidores”, salienta Flávio Pripas (foto), fundador da rede social voltada para moda, ao Mundo do Marketing.
A byMK aposta em um modelo  de negócio que oferece 100 combinações diferentes para um item de vestuário, masculino ou feminino, pela web. Caso haja o interesse pela compra, a ferramenta informa o endereço do ponto-de-venda. “O principal é se engajar com o seu cliente. Estar onde poderão prestar um serviço de qualidade. Se o segmento for moda, é preciso ajudar quem tem dúvidas sobre como se vestir e não ter apenas uma página bonita na internet”, ensina Pripas.
Apesar do sucesso e do crescente número de adeptos às redes sociais, é possível ganhar mercado na internet investindo em sites corporativos. “Não recomendo entrar nas redes sociais sem uma estratégia clara do que fazer. Ao entrar neste ambiente é preciso ter consistência porque a empresa será comentada. Felizmente, as companhias estão deixando de digitalizar o catálogo para ter uma presença mais madura na web”, completa Pripas.

29 de jun. de 2010

Você já pode buscar CEP e rastrear encomendas pelo celular.

Serviços dos Correios chegam aos celulares

Site para acesso móvel Correios Mobile foi lançado nesta terça-feira (29).
29/06/2010 - 16h11

Usuários podem buscar CEP e rastrear encomendas, entre outras opções.

Usuários de celulares com navegadores para acesso à internet já podem consultar alguns serviços dos Correios diretamente de seus smartphones.
Lançado nesta terça-feira (29), o site móvel Correios Mobile oferece, inicialmente, busca de CEP, simulação de preços de envio de encomendas, rastreamento de objetos, consulta de agências e Fale com os Correios.

Os serviços iniciais do Correios Mobile permitem, por exemplo, que o usuário consulte um código de endereço postal para calcular o preço do envio da correspondência ou inserir o endereço no GPS do aparelho. É possível também fazer a busca de uma agência mais próxima para realizar a postagem e, depois, rastrear a remessa.

De acordo com a empresa, os serviços oferecidos pelo celular são os mais procurados pelos 20 milhões de internautas que visitam o site dos Correios mensalmente. O site já registra 40 mil acessos mensais via celular.

O Correios Mobile já pode ser acessado no endereço m.correios.com.br, a partir de smartphones com navegadores web.