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16 de nov. de 2010

Não estamos com essa bola toda.

Marca "Brasil" cai em ranking global

Índice Country Brand Index aponta a marca brasileira como a 41ª do mundo, seis posições atrás em relação à lista do ano passado

Apesar de apontado como “a bola da vez” por muitos analistas de investimentos internacionais, o Brasil é apenas a 41a “marca de país” do mundo. E, além disso, caiu seis posições em relação ao ano passado, segundo o ranking Country Brand Index, da Future Brand.

Feito em parceria com a BBC World News, o índice considera quesitos como performance financeira, qualidade de vida das pessoas, inovação e desejo que gera nos visitantes. A liderança da versão recém-anunciada é do Canadá, e a realização dos Jogos Olímpicos de Inverno em Vancouver foi um dos fatores determinantes.

Líder no ano passado, os Estados Unidos caíram para o quarto lugar, e agora estão atrás de Austrália e Nova Zelândia. Os principais países europeus, Argentina, Chile e Índia também estão à frente do Brasil.

Felipe Turlão | 16/11/2010 | 11h50

31 de jul. de 2010

Redução de obstáculos e até mesmo da concessão de um prêmio.

Alemanha quer atrair profissionais qualificados do exterior

O ministro alemão da Economia, Rainer Brüderle, quer lançar uma campanha para atrair ao país profissionais altamente qualificados. Ele se disse a favor da redução de obstáculos e até mesmo da concessão de um prêmio.

Brüderle quer lançar campanha para atrair estrangeiros especializados
O ministro alemão da Economia, Rainer Brüderle, quer lançar uma campanha para atrair à Alemanha profissionais estrangeiros altamente qualificados. Ele se disse a favor até mesmo da criação de um prêmio em dinheiro para atrair ao país trabalhadores estrangeiros especializados.
Esse prêmio, segundo ele, poderia ser oferecido por empresas que procuram trabalhadores com urgência, afirmou o ministro em entrevista ao jornal alemão especializado em economia Handelsblatt.
Brüderle anunciou o lançamento nos próximos meses de uma campanha para atrair mão de obra estrangeira especializada. "Acho importante que seja desenvolvida uma estratégia geral, através da qual profissionais estrangeiros qualificados possam vir para a Alemanha". Ele pretende convidar representantes de todos os setores da economia e pesquisadores para participarem da campanha.


Ganho anual de 64 mil euros para receber visto

O político, entretanto, descartou que o governo venha a subvencionar o prêmio para atrair profissionais estrangeiros altamente qualificados com o dinheiro arrecadado em impostos. Ele também acha possível reduzir o salário mínimo exigido pela legislação para que as empresas do país empreguem mão de obra do exterior.

Atualmente, profissionais estrangeiros têm que comprovar um contrato de trabalho com uma renda anual de pelo menos 64 mil euros para assegurar a concessão de permissão de trabalho e permanência na Alemanha.
O ministro alemão da Economia acha que faltam profissionais no país. "É a falta de profissionais especializados que vai se tornar um problema importante do mercado de trabalho alemão nos próximos anos, não o problema do desemprego", afirmou. "Diante dos atuais três milhões de desempregados, o problema ainda não é visível. Entretanto, quanto mais a economia cresce, maior esse problema vai se tornando."
Alemanha 2
No início da atual gestão, os partidos da coalizão alemã de governo se comprometeram a modificar as regras de acesso ao mercado de trabalho para estrangeiros. "O acesso de estrangeiros altamente qualificados e profissionais ao mercado de trabalho deve ser sistematicamente ajustado às necessidades do mercado de trabalho alemão", diz um dos trechos do contrato de coalizão entre democrata-cristãos e liberais.

A ideia surge pouco antes do aniversário de 10 anos da introdução do programa  green card no país. Em 1° de agosto de 2000, o primeiro estrangeiro especialista em informática ganhou uma permissão de trabalho na Alemanha com o chamado green card.
O programa foi criado pelo governo alemão para  suprir a falta de especialistas em informática no mercado nacional. Até hoje foram atraídos à Alemanha 33 mil especialistas em computador. O governo tinha expectativa de atrair um número muito maior de profissionais.


Sindicato prefere especializar trabalhadores do país

A Bitkom (sigla em alemão para Federação para Economia da Informação, Telecomunicação e Novas Mídias) elogiou a iniciativa para simplificação da imigração de especialistas estrangeiros.
"As leis existentes são ainda muito restritivas para a entrada de profissionais altamente qualificados", declarou o presidente da entidade August Wilhelm Scheer.

"A diminuição da renda mínima é um passo importante", complementou. Segundo ele, também é importante que o cônjuge automaticamente receba uma permissão de permanência e de trabalho na Alemanha.

O sindicado IG Metall, entretanto, rejeitou a ideia de Brüderle. "Se o setor econômico quer que haja um potencial de mão de obra especializada na Alemanha, deveria, então, oferecer treinamentos de especialização para seus empregados", disse o especialista em educação da entidade, Klaus Heimann.

Ele lembrou ainda que isso se aplica principalmente a jovens de menos de 30 anos, entre os quais, segundo ele, há muitos desempregados.

Roselaine Wandscheer / 31/07/2010


26 de jul. de 2010

Pequim se ofereceu para aumentar o acesso de empresas estrangeiras às compras governamentais

EUA criticam proposta da China para fornecedores

Queixas internacionais são de que o governo chinês discrimina fornecedores que não são do país

WASHINGTON - O subsecretário de Assuntos Internacionais do Departamento de Tesouro dos EUA, Lael Brainard, criticou a nova proposta sobre regras para compras governamentais levada pela China à Organização Mundial do Comércio (OMC). "A proposta faz progressos em algumas áreas, mas não avança o suficiente em uma série de outras áreas", comentou.

Na semana passada, Pequim se ofereceu para aumentar o acesso de empresas estrangeiras às compras governamentais, respondendo às queixas internacionais de que o governo chinês discrimina fornecedores que não são do país. A China propôs as novas regras como parte de seu esforço para se tornar membro do Acordo sobre Licitações Governamentais (GPA) da OMC.

Esta não é a primeira vez que as propostas da China são rejeitadas por ser consideradas irrelevantes ou discriminatórias. Autoridades comerciais da União Europeia também criticaram a proposta, embora a considerem uma melhora em relação à oferta anterior.

Os conteúdos da nova proposta não foram tornados públicos. Pessoas que leram cópias do documento dizem que a proposta atende a uma série de reclamações sobre o texto anterior, de 2007. A nova versão reduz o período de transição exigido para a implementação do acordo de 15 para 5 anos, por exemplo, e acrescenta mais 15 agências do governo central chinês cujas aquisições serão cobertas pelo acordo, segundo uma fonte que teve acesso à proposta.

Legisladores norte-americanos responderam às regras da China sobre aquisições governamentais elaborando a legislação conhecida como "Buy American" (compre produtos norte-americanos), para desencorajar importações de países que não tenham assinado o GPA.

Brainard, falando durante evento no Instituto Peterson para a Economia Internacional, disse que as provisões do "Buy American" deveriam ter alertado os chineses e outros países que não são signatários do GPA de que "eles deveriam realmente acelerar seus próprios processos, para ser partes desse amplo acordo". As informações são da Dow Jones.

Álvaro Campos | 26/07/2010 | 17h22

23 de jul. de 2010

Na Alemanha, as vendas da Volkswagen caíram 16 por cento por causa do impacto do final do programa governamental de incentivo à troca de veículos velhos por novos.

Vendas da Volkswagen no 1o sem sobem 16%, apoiadas por China



Frankfurt - A Volkswagen, maior montadora de veículos da Europa, informou nesta sexta-feira que suas vendas subiram 16 por cento no primeiro semestre do ano, puxadas por forte demanda chinesa.


A companhia vendeu 3,58 milhões de carros nos primeiros seis meses do ano, mais de um quarto do total indo para a China, maior mercado automotivo do mundo.
"Estamos também otimistas para o restante do ano e esperamos ter uma performance melhor que a do mercado geral", disse o diretor de vendas da companhia, Christian Klingler, em comunicado.
O crescimento das vendas de automóveis na China caiu abaixo de 20 por cento pela primeira vez em 14 meses em junho, como resultado de redução nas medidas de estímulo do governo e disputas trabalhistas em fábricas.
Na Alemanha, as vendas da Volkswagen caíram 16 por cento por causa do impacto do final do programa governamental de incentivo à troca de veículos velhos por novos. Até 2008, o mercado doméstico da montadora era o maior e agora o volume vendido está um pouco acima da metade registrada na China.

Maria Sheahan,  | 23/07/2010 | 09:21



22 de jul. de 2010

Recuperando o lucro perdido.

GM fecha acordo para comprar a AmeriCredit por US$ 3,5 bilhões

Com a aquisição, montadora volta a ter um financiador de automóveis dentro do próprio grupo

DETROIT - A General Motors afirmou que fechou acordo para comprar a AmeriCredit Corp., empresa de financiamento de automóveis, por US$ 3,5 bilhões, tendo em vista o aumento da disponibilidade de empréstimos e de leasing de automóveis. Com a aquisição, a GM terá um financiador de automóveis dentro do próprio grupo pela primeira vez desde que vendeu o controle do seu braço financeiro GMAC em 2006.

A GM vê o negócio como uma maneira de aumentar suas vendas, um passo importante para os planos da montadora de retornar aos mercados até o outono (no Hemisfério Norte).

"Esse é outro bloco importante no alicerce para um IPO (oferta pública inicial de ações)", afirmou o diretor-financeiro da montadora, Chris Liddell. "A aquisição nos permitirá, por meio de um investimento de capital relativamente modesto, atingir uma área com grande potencial."

As montadoras podem usar seus braços financeiros para tornar o crédito disponível a fim de impulsionar as vendas de carros e caminhões. Sem um braço financeiro, a GM não tem sido capaz de atender muitos clientes com ofertas de leasing e financiamento para compradores, cuja avaliação de crédito aponta risco.

As operações de leasing correspondem a 7% dos negócios da montadora, enquanto a média da indústria automotiva é de 21%, disse Liddell. Segundo ele, cerca de 4% dos compradores da GM tem avaliação de crédito arriscada, enquanto 40% dos consumidores norte-americanos entraram para essa categoria.

Liddell destacou que a participação da AmeriCreditnas vendas da GM provavelmente não ultrapassará 10%, mas acrescentou que o negócio vai permitir à montadora a alcançar consumidores, que estavam fora do seu alcance anteriormente. A GM continuará a procurar acordos com outros bancos, como vem fazendo há vários meses, para expandir ainda mais a disponibilidade de empréstimos.

Segundo os termos do negócio, a AmeriCredit continuará a oferecer empréstimos para compra de veículo fabricados por outras montadoras. As informações são da Dow Jones.

Clarissa Mangueira / Agência Estado | 22/07/2010 | 10:41


14 de jul. de 2010

Se estivéssemos sozinhos, seria mais fácil. As negociações com a União Europeia estão avançando muito lentamente.

Divergências no Mercosul atrapalham acordos do Brasil, diz CNI

As divergências entre os países que compõem o Mercosul acabam atrapalhando as negociações diretas do Brasil com países estratégicos para fechar acordos bilaterais de comércio. A afirmação foi feita, nesta quarta-feira, pelo presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, no 4º Encontro Empresarial Brasil-União Europeia, realizado no Itamaraty, em Brasília.

“Se estivéssemos sozinhos, seria mais fácil. É claro que, juntos, nos fortalecemos na questão econômica, mas, por outro lado, há divergências entre Brasil e Argentina, por exemplo”, afirmou.

Andrade disse que as negociações com a União Europeia estão avançando muito lentamente. “É preciso (fechar) acordos que sejam mais bem aplicados”, afirmou. Segundo ele, é necessário discutir com o bloco europeu a questão do protecionismo comercial.

“Somos uma economia de mercado aberta e temos enfrentado problemas com mercados de economia mais fechada, inclusive com barreiras não tarifárias”, advertiu o dirigente.

O presidente da CNI acrescentou que, além da crise que levou a Europa a importar menos do Brasil, a valorização do real, a carga tarifária e o mercado interno muito grande, que está atraído muitas empresas estrangeiras, têm atrapalhado a competitividade dos produtos brasileiros no exterior.

O encontro faz parte da 4ª Cúpula Brasil-UE, na qual o presidente Luiz Inácio Lula da Silva receberá o presidente do Conselho Europeu, Herman van Rompuy, e o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, para a 4ª Reunião de Cúpula da Parceria Estratégica entre o Brasil e a UE.

Durante a cúpula, serão assinados acordos e discutidos temas de interesse internacional, como mudança do clima, desarmamento, reforma das instituições financeiras internacionais e Rodada de Doha, além do uso de bioenergia.

Em 2008, antes da crise financeira mundial, a União Europeia destinou US$ 21,1 bilhões ao Brasil em investimentos diretos, que representaram 48% do total de investimentos estrangeiros no período. (Agência Brasil)

14.07.2010 | 10:43



8 de jul. de 2010

A reforma mais importante já feita no nosso sistema bancário


Espanha aprovará reforma dos bancos de poupança nesta 6ª, diz Zapatero

Medida vai abrir as portas dessas instituições, ‘as cajas‘, para o controle privado


Danielle Chaves | 8 de julho de 2010 - 12:08



MADRI - O governo da Espanha vai aprovar nesta sexta-feira uma reforma das regras para os bancos de poupança do país que vai abrir as portas para o controle privado das "cajas", afirmou o primeiro-ministro José Luis Rodriguez Zapatero. "Essa é a reforma mais importante já feita no nosso sistema bancário", disse Zapatero.
Com uma ligação forte com comunidades locais e frequentemente controladas por governos locais, as cajas espanholas têm sofrido as consequências do colapso do boom do setor imobiliário da Espanha que durou uma década. O crescente nível de dívida ruim desses bancos, combinado com a falta de transparência, levantou preocupações dos investidores e criou dificuldades graves de financiamento tanto para as cajas como para os bancos espanhóis listados em bolsa.
A provável aprovação da reforma das regras para os bancos de poupança espanhóis vai ocorrer enquanto a União Europeia está realizando testes de estresse com 91 bancos da zona do euro. Zapatero afirmou estar confiante nos resultados dos testes. "O sistema financeiro espanhol tem mostrado que é sólido (...) embora os bancos de poupança tenham mostrado certas falhas", disse.
Um dos pontos de fraqueza dos bancos de poupança é a falta de instrumentos para levantar capital. As ações sem direito a voto existentes não conseguiram atrair o interesse dos investidores, já que não oferecem meios para os acionistas participarem da administração das instituições.
A reforma que o governo socialista de Zapatero preparou junto com o oposicionista Partido Popular vai somar direitos de voto a essas ações, embora deva limitá-las a 50% do controle dos bancos. O restante permanecerá nas mãos dos atuais envolvidos com os bancos de poupança, que inclui depositantes, empregados e governos locais.
As novas regras deverão restringir o poder dos governos locais nos bancos, ao proibir que autoridades eleitas assumam cadeiras no conselho de diretores das cajas e ao determinar novas exigências de qualificação para aqueles que forem membros do conselho. Além disso, as cajs poderão se desfazer de toda a sua estrutura de governança se quiserem. Elas poderão listar suas ações por meio de fusões e separar suas atividades sociais e de serviços comunitários em fundações separadas. As informações são da Dow Jones.

7 de jul. de 2010

O turismo no Brasil ainda oferece muitas oportunidades. É só observar o que tem lá fora.

Intercâmbio: Trabalho durante as férias e com salário em dólar

Basta uma volta pelas principais ruas de Florianópolis, que logo se percebe a grande quantidade de outdoors divulgando os programas que oferecem trabalho nos Estados Unidos durante as férias escolares daqui em dezembro. Os participantes são, normalmente, de classe média e alta e acabam trabalhando em um emprego que não ocupariam aqui no Brasil. O motivo? Experiência internacional e a possibilidade de recuperar todo o dinheiro investido ou fazer compras e viajar.

Daniel Ferreira dos Santos organiza um grupo da Universidade Federal de Santa Catarina com estudantes que têm vontade de fazer intercambio de trabalho nos EUA. Ele já participou de um programa de trabalho em Las Vegas como segurança e não se arrependeu. Quer repetir a experiência, agora em San Diego.


Daniel dos Santos durante intercâmbio nos Estados Unidos. Ele se organiza para repetir a dose.

Santos afirma que os americanos são mais formais e rigorosos no processo de trabalho e que muitos dos estudantes que vão participar do projeto se enganam com a função do intercâmbio de trabalho no exterior. “Algumas pessoas esquecem que talvez tenham que trabalhar em um subemprego, mas acho que o bacana do projeto é a experiência e o aprendizado de uma cultura nova. Se eu for chefe um dia, sei como é passar por um subemprego e como vou querer ser tratado”, declara o estudante.

Só perde o descanso no verão

O gerente de marketing da Travelmate intercâmbio, Eduardo Heidemann, afirma que o objetivo do programa não é fazer dinheiro,  e sim ter contanto com outra cultura, com a possibilidade, de recuperar o investimento. Segundo ele, as vantagens da experiência são aprimorar o inglês, fazer algo produtivo nas férias e agregar conhecimento para o futuro profissional.

“A desvantagem é a perda do verão brasileiro. Algumas pessoas não gostam de trabalhar em um período em que os amigos estão descansando”, afirma Heidemann.

A coordenadora do programa workexperience da Intercultural, Marina Jendiroba, declara que a procura é grande porque o custo do programa é barato quando comparado a outros. “É um excelente incremento no currículo, que facilita na hora de conquistar uma vaga aqui no Brasil.”

Juliana Bley é diretora da empresa Ci, que também oferece o programa. Ela afirma que o salário mínimo americano é de US$ 7,25 por hora, ou US$ 2,75 por hora, no caso de posições em que o participante tenha gorjetas.

“A média estimada da carga de trabalho é de 20 a 50 horas por semana, podendo variar para menos ou mais em função da disponibilidade e necessidade do empregador durante o período do programa”, revela a diretora.

Djeniffer Brandão é gerente do departamento de intercâmbio da STB e revela que a procura pelo programa diminuiu um pouco por causa da queda do número de vagas com a crise, mas que é possível encontrar boas oportunidades.

Segundo as agências consultadas, o investimento para o universitário que pretende trabalhar um período fora do Brasil varia de R$ 4,5 mil a R$ 7 mil, dependendo da empresa. A modalidade focada no trabalho só acontece nos Estados Unidos. Quem quiser ir a outro país, pode optar por programas que incluem estudo e trabalho.

DIEGO SOUZA | 07.07.2010 | 09:56

29 de jun. de 2010

Walmart, Carefour, C&A e tantas outras. Quem vem agora é uma japonesa.

Rede de varejo japonesa chegará ao Brasil
Como parte do seu plano de expansão global, Uniqlo irá abrir sua primeira loja no País


A rede varejista japonesa Uniqlo abrirá em breve uma loja no Brasil, como parte de um plano de expansão global que já atingiu países como Reino Unido e China. O mercado brasileiro é considerado estratégico pela rede, tanto pelo seu tamanho, quanto pelas boas relações entre as duas nações, até porque o Brasil tem uma grande comunidade japonesa.

A Uniqlo está amparando sua expansão para outros países na campanha "Calendário", que pretende divulgar a cultura japonesa, como parte do plano de massificar a rede varejista fundada em 1984, que já tem 950 lojas.

A informação é da coluna Em Pauta, publicada na edição 1415 de Meio & Mensagem, que circula com data de 28 de Junho de 2010.