Anatel propõe indicador para velocidade da banda larga móvel
Proposta da agência reguladora foi realizada durante audiência pública em São Paulo para discussão do serviço.
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) propôs a implantação de um indicador específico de avaliação de qualidade para banda larga móvel.
Essa foi uma das propostas apresentadas durante audiência pública realizada ontem (11) na sede da Amcham Brasil (Câmara Americana de Comércio). O objetivo foi debater a revisão da regulamentação da gestão de qualidade do serviço móvel pessoal (SMP).
O tema pode receber contribuições públicas até o próximo dia 26.
Segundo a proposta da Anatel, a velocidade de conexão poderá cair, no máximo, até a metade da capacidade contratada nos horários de pico e até 70% durante o restante do dia.
Está previsto ainda um período de adaptação de 12 meses, nos quais será tolerada a oferta de 30% da velocidade nos períodos de maior movimento.
A agência também pretende que seja feita uma pesquisa com os usuários para medir o grau de satisfação.
Além disso, a relação entre o número total de reclamações recebidas na Anatel contra as prestadoras de serviço e o número total de reclamações recebidas em todos os canais de atendimento da empresa, no mês, não deve ser superior a dois por cento.
12/08/2010 | 17h38
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12 de ago. de 2010
Conexão poderá cair até a metade da capacidade contratada nos horários de pico e até 70% durante no restante do dia.
27 de jul. de 2010
Substituição dos sinais elétricos por sinais ópticos aumenta velocidade e reduz o custo.
Nova tecnologia do MIT pode tornar internet até mil vezes mais rápida
Segredo do sistema estaria dentro dos roteadores, que substituem os sinais elétricos por sinais ópticos, ampliando a velocidade.
Pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT) desenvolveram uma tecnologia que, segundo eles, pode tornar a internet de 100 a 1.000 vezes mais rápida, além de mais barata.
Segundo Vincent Chan, professor de engenharia elétrica e ciência da computação do MIT e que conduziu a equipe de pesquisa, o truque para tais aumentos de performance está dentro dos roteadores que direcionam o tráfego na web. Isso porque a substituição dos sinais elétricos dentro deles por sinais ópticos tornaria a internet 100 vezes – ou até 1000 vezes – mais rápida, além de reduzir a quantidade de energia que ela consome.
De acordo com Chan, com os processadores cada vez mais poderosos e aplicativos dependendo cada vez mais de banda larga, a internet terá um “ponto de estrangulamento” no prazo de três a cinco anos. Segundo ele, os roteadores atuais têm dificuldade para lidar com os sinais de entrada de fibra óptica, principalmente no momento em que os mesmos são convertidos para sinais elétricos e que podem ser armazenados na memória até que sejam processados. Posteriormente, os sinais elétricos são convertidos de volta para os ópticos, para que possam ser enviados para o tráfego. Esse processo consome tempo e energia.
Mas a partir da tecnologia desenvolvida por Chan e sua equipe – que leva o nome de comutação de fluxo – tais conversões são eliminadas.
“A internet mais rápida seria um feito enorme”, disse Rob Enderle, principal analista da Enderle Group. “Agora, a rede é o gargalo para a computação atual. Essa tecnologia do MIT poderia transformar a indústria como nós a conhecemos. Precisamos de uma web mais rápida o quanto antes”.
No entanto, pelo menos até o momento, analistas apontam que seria caro para as empresas de infraestrutura substituir os roteadores atuais por outros com a nova tecnologia do MIT.
26/07/2010 | 16h38
Segredo do sistema estaria dentro dos roteadores, que substituem os sinais elétricos por sinais ópticos, ampliando a velocidade.
Pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT) desenvolveram uma tecnologia que, segundo eles, pode tornar a internet de 100 a 1.000 vezes mais rápida, além de mais barata.
Segundo Vincent Chan, professor de engenharia elétrica e ciência da computação do MIT e que conduziu a equipe de pesquisa, o truque para tais aumentos de performance está dentro dos roteadores que direcionam o tráfego na web. Isso porque a substituição dos sinais elétricos dentro deles por sinais ópticos tornaria a internet 100 vezes – ou até 1000 vezes – mais rápida, além de reduzir a quantidade de energia que ela consome.
De acordo com Chan, com os processadores cada vez mais poderosos e aplicativos dependendo cada vez mais de banda larga, a internet terá um “ponto de estrangulamento” no prazo de três a cinco anos. Segundo ele, os roteadores atuais têm dificuldade para lidar com os sinais de entrada de fibra óptica, principalmente no momento em que os mesmos são convertidos para sinais elétricos e que podem ser armazenados na memória até que sejam processados. Posteriormente, os sinais elétricos são convertidos de volta para os ópticos, para que possam ser enviados para o tráfego. Esse processo consome tempo e energia.
Mas a partir da tecnologia desenvolvida por Chan e sua equipe – que leva o nome de comutação de fluxo – tais conversões são eliminadas.
“A internet mais rápida seria um feito enorme”, disse Rob Enderle, principal analista da Enderle Group. “Agora, a rede é o gargalo para a computação atual. Essa tecnologia do MIT poderia transformar a indústria como nós a conhecemos. Precisamos de uma web mais rápida o quanto antes”.
No entanto, pelo menos até o momento, analistas apontam que seria caro para as empresas de infraestrutura substituir os roteadores atuais por outros com a nova tecnologia do MIT.
26/07/2010 | 16h38
Como será que essa medida irá nos favorecer? Ou será que vai piorar?
Anatel determina fim de venda casada da banda larga
São Paulo - A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) adotou medidas cautelares contra operadoras no tocante a venda casada de banda larga, entre outras práticas.
Conforme nota da agência reguladora, o superintendente de Serviços Privados interino adotou "medidas acautelatórias" contra Brasil Telecom (do Grupo (Oi), Companhia de Telecomunicações do Brasil Central (CTBC), Global Village Telecom Ltda. (GVT), Telemar Norte Leste S/A (Oi) e Telecomunicações de São Paulo S/A (Telesp; (Telefônica), determinando que sejam interrompidas determinadas práticas, como venda casada do Serviço de Comunicação Multimídia (SCM, licença que permite oferecer banda larga) com outros serviços de telecomunicações, inclusive o de telefonia fixa (STFC).
As outras medidas são contra condicionamento de vantagens para o assinante do SCM mediante contratação de linha fixa (STFC) ou de outros serviços, salvo em promoções; ônus excessivos ao interessado na contratação da banda larga quando comparado à oferta em conjunto com outros serviços, forçando venda casada; e uso do preço da banda larga (SCM) "como mecanismo de recusa de oferta do serviço em separado, inclusive a fixação de preço do serviço em separado em valor superior à oferta conjunta de menor preço contendo SCM de características semelhantes."
A Anatel ressalta que as cautelares não têm a intenção de restringir a liberdade de preços praticados pelas empresas, já que o SCM é prestado em regime privado, de preço livre. Ainda conforme a nota, a agência está analisando os recursos apresentados pelas empresas, exceto a Telesp (Telefônica), que não apresentou recurso.
27/07/2010 | 16:00 
Marcadores:
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