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3 de mar. de 2011

Dados das Contas Nacionais Trimestrais revela aumento nas compras.

IBGE: consumo das famílias aumenta 7,0% em 2010

O consumo das famílias, segundo o IBGE, registrou alta de 2,5% no quarto trimestre de 2010 ante o terceiro trimestre do mesmo ano. Já na comparação com o quarto trimestre de 2009, o consumo das famílias aumentou 7,5% nos últimos três meses do ano passado, fechando 2010 com expansão de 7%.

De acordo com o IBGE, que divulgou hoje os dados das Contas Nacionais Trimestrais, o consumo do governo teve queda 0,3% no quarto trimestre de 2010 ante o terceiro trimestre do ano passado e cresceu 1,2% ante o quarto trimestre de 2009. No acumulado de todo o ano de 2010, o consumo do governo teve uma expansão de 3,3%.

Investimentos

A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) subiu 0,7% no quarto trimestre de 2010 ante o terceiro trimestre do ano passado. Na comparação com o quarto trimestre de 2009, a FBCF subiu 12,3% no quarto trimestre do ano passado. Com o resultado anunciado hoje pelo IBGE, a FBCF - que corresponde aos investimentos - acumulou expansão de 21,8% em 2010 ante 2009.

Segundo o instituto, a taxa de investimento (relação entre FBCF e PIB) no quarto trimestre de 2010 foi de 18%. No terceiro trimestre do ano passado, a taxa de investimento tinha sido de 19,4%. Em 2010, a taxa de investimento foi de 18,4%.

Mônica Ciarelli e Alessandra Saraiva | Copyright © 2011 Agência Estado.

24 de ago. de 2010

Verba extra de R$ 3 bilhões serão destinados à habitação.

Orçamento do FGTS aumenta para R$ 71 bilhões neste ano e bate recorde histórico


Brasília – O orçamento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para 2010 aumentou para R$ 71,8 bilhões, o maior valor da história. O montante foi alcançado depois que o Conselho Curador do fundo, que se reuniu hoje (24), ter liberado mais R$ 6 bilhões para o FGTS.

Da verba extra, R$ 3 bilhões serão destinados à habitação. Os recursos serão aplicados nos programas de Carta de Crédito Individual, Carta de Crédito Associativo e Apoio à Produção de Habitações. De acordo com a Caixa Econômica Federal, que administra os recursos do FGTS, o dinheiro permitirá o financiamento de mais 75 mil moradias em todo o país.

Os R$ 3 bilhões restantes serão usados em obras de saneamento e melhorias de infraestrutura urbana. Os recursos beneficiarão o programa Pró-Transporte, que teve a atuação ampliada pelo Conselho Curador. Além de financiar investimentos no transporte urbano, o programa fornecerá crédito para obras de pavimentação, recapeamento, sistemas de drenagem, redes de água e esgoto nas vias urbanas, calçamento e sinalização.

Com o aporte, o orçamento do FGTS para empréstimos em habitação popular, saneamento ambiental e infraestrutura urbana passou para R$ 41,5 bilhões. O orçamento total, que engloba ainda as aplicações do Fundo de Infraestrutura do FGTS (FI-FGTS) e os demais investimentos, subiu para R$ 71,6 bilhões.

Wellton Máximo | 24/08/2010 | 19h22



27 de jul. de 2010

O governo pode pagar uma taxa que será 150 pontos base, ou 1,5 ponto percentual, acima do rendimento dos títulos de mesma duração do governo americano.

Tesouro vai captar US$ 750 mi em títulos para 2021

O governo federal planeja captar ainda hoje US$ 750 milhões com uma emissão de títulos denominados em dólares com vencimento em janeiro de 2021.

O valor da segunda oferta internacional do país neste ano foi elevado em 50%.

O governo pode pagar uma taxa que será 150 pontos base, ou 1,5 ponto percentual, acima do rendimento dos títulos de mesma duração do governo americano, segundo uma pessoa familiarizada com a venda que pediu para não ser identificada porque os termos ainda não foram fechados.

A oferta é dos mesmos papéis de 4,875% vendidos em abril, segundo comunicado do Tesouro Nacional distribuído por e-mail. O Brasil planeja fazer a captação nos mercados americano, europeu e asiático. Deutsche Bank e Bank of America vão coordenar a operação, segundo a pessoa ouvida pela Bloomberg.

O Brasil está buscando os mercados internacionais depois que o aumento da demanda por ativos de países em desenvolvimento levou o rendimento dos títulos do governo com vencimento em 2021 para o nível mais baixo desde que foram lançados.

O rendimento dos papéis caiu para 4,40% às 10h57, abaixo dos 5% do dia 15 de abril, segundo o JPMorgan Chase & Co.

André Soliani e Verónica Navarro Espinosa/Bloomberg News | 27/07/10 | 18h14