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30 de set. de 2010

O Elo para os consumidores de baixa renda.

BB vai colocar cartão de crédito no celular da Oi

O objetivo da parceria é atingir principalmente a baixa renda

BB vai oferecer cartão de crédito pré-pago com a bandeira Elo em 2011

BB vai oferecer cartão de crédito pré-pago com a bandeira Elo em 2011 (Divulgação)

O Banco do Brasil (BB) fechou nesta quarta-feira um acordo de 20 anos com a operadora Oi. A instituição vai oferecer produtos financeiros aos 60 milhões de clientes da empresa de telefonia. Além disso, será criado um cartão de crédito das duas marcas (“co-branded”) cujo chip poderá ser inserido no celular da Oi.

Segundo o diretor de cartões do BB, Denilson Gonçalves Molina, o objetivo da instituição com a parceria é atingir principalmente a baixa renda, que usa celular pré-pago. Por isso, o banco também estuda oferecer um cartão pré-pago, o qual tem previsão de lançamento no primeiro semestre de 2011. Os resultados das vendas serão compartilhados entre BB e Oi.

Elo – O Banco do Brasil vai oferecer a bandeira Elo aos clientes de baixa renda da operadora Oi. A parceria começa em 2011, mas a empresa de telefonia acredita que o projeto só vai atingir a maturidade em 2012. A previsão da Oi é ganhar 1 milhão de clientes ao ano após o acordo, que inclui ainda uma joint venture com a credenciadora Cielo, segundo o diretor de mercado da Oi, João Silveira.

A Elo está sendo criada pelo BB e Bradesco. Recentemente, ganhou adesão da Caixa Econômica Federal. O primeiro plástico deve chegar ao mercado em novembro.

Não haverá cobrança de anuidade no cartão. Segundo o diretor de cartões do BB, o plástico será inserido dentro do celular da Oi, no mesmo chip. Também será lançado um cartão físico. Para o público de mais alta renda, o BB deve oferecer bandeiras internacionais, como a Visa.

29/09/2010 | 17h22 | com Agência Estado

27 de set. de 2010

Patrocinado por eles, mas não aguentou e reclamou.

@ClaroRonaldo mostra porque não é qualquer um que pode representar uma marca.

Na penúltima sexta-feira (17) o garoto propaganda da Claro no Twitter, o jogador Ronaldo, mostrou com essa tuitada porque as empresas devem cuidar de quem tem o controle sobre as suas contas.

Aparentemente Ronaldo estava insatisfeito com o serviço oferecido pela empresa de telecomunicações e resolveu xingar muito no Twitter. Até aqui tudo bem, afinal, o objetivo da ferramenta e saber o que a pessoa esta fazendo e já é comum ver as pessoas usando a ferramenta para mostrarem a sua insatisfação com serviços e produtos, o problema da revolta do atual astro do Corinthians é que ele é patrocinado pela empresa e atualmente mantém o perfil que vincula seu nome diretamente a empresa, @ClaroRonaldo.

Tuitada do Ronaldo

O uso de celebridades na publicidade sempre foi um assunto que levantou muita discussão e a estratégia adotada para popularizar o perfil da Claro no Twitter, apesar de interessante, abriu o mesmo leque de problemas que vemos quando as empresas optam pelo uso de celebridades em seus comerciais.

A questão aqui não é julgar a estratégia adotada pela empresa, apenas alertar as empresas de que vincular os seus nomes a de outras empresas, marcas e celebridades deve ser uma estratégia bem elaborada, sendo no universo físico e/ou digital.

Dennis Altermann | 20 de setembro de 2010

30 de ago. de 2010

O celular como ferramenta de compras é viável no Brasil? Bem, no mercado da terra do Tio Sam.

15% dos consumidores americanos já realizam compras por aparelhos móveis

De acordo com estudo da Stearling Commerce, mais de 60% dos entrevistados consideram importante a possibilidade de utilizar o celular durante a compra para verificar a disponibilidade de um produto.

A Sterling Commerce, subsidiária da AT&T e Demandware, divulgou uma pesquisa que examinou preferências e atitudes de consumo relacionadas com compras feitas usando aparelhos equipados com recursos de mobilidade. Como resultado, o estudo determinou que os consumidores cada vez mais recorrem ao uso dos aparelhos móveis para que suas compras feitas nas lojas sejam mais completas.

De acordo com a pesquisa, realizada com 3,6 mil consumidores americanos, revela que 15% do total já utilizaram aparelhos móveis para fazer compras. Embora praticamente todos (96,2%) os consumidores entrevistados possuam um celular, somente um pouco menos da metade tinha um smartphone.

Mais de 60% dos entrevistados acham que é importante a possibilidade de utilizar o celular durante a compra para verificar a disponibilidade de um produto, em uma determinada loja; Além disso, 20% dos consumidores usam o celular para criar listas ou cestas de compras e um número ligeiramente superior a este estaria interessado em um aplicativo específico para o celular que pudesse ajudá-los a administrar suas listas ou cesta de compras em suas lojas favoritas.

“Os atuais consumidores estão transformando a experiência de compra com seus celulares e os varejistas que não desmembrarem seus canais ficarão impossibilitados de acompanhar o mercado”, disse Jim Bengier, executivo da área global de varejo na Sterling Commerce.

“A ordem agora para o varejo não é mais apenas criar um canal móvel e oferecer a consumidores um número maior de opções, mas também achar formas inovadoras de alavancar a mobilidade para influenciar o comportamento de compra dos consumidores, integrando todos os canais de venda”, disse Jamus Driscoll, vice-presidente de marketing na Demandware.

As demais conclusões da pesquisa continuam destacando as preocupações dos consumidores com segurança e facilidade de uso de seus aparelhos móveis. Para eles, a falta de conectividade com a internet, lentidão na interação com websites e dificuldades como inserir informações em teclados pequenos são os maiores obstáculos.

30/08/2010



17 de ago. de 2010

111,4 milhões de celulares

Vendas mundiais de celular crescem 13,8%

No segundo trimestre deste ano, foram vendidos 325,6 milhões de aparelhos, dos quais 19% são smartphones

As vendas de terminais continuam em expansão no mundo: 325,6 milhões de aparelhos vendidos em três meses, num acréscimo de 13,8% em relação ao mesmo período do ano passado (286,1 milhões). Os smartphones também seguem em crescimento acelerado. Do total de handsets vendidos, 19% foram de telefones inteligentes, o que significa um crescimento de 50% desse segmento em relação ao mesmo período de 2009.

O ranking dos dez maiores fabricantes de aparelhos mudou de configuração: a Nokia continua como líder de vendas - foram 111,4 milhões de celulares, com 34,2% de market share (36,8% em 2009). Mas perderam participação a LG, que ficou com 9% de market share (10,7% no ano passado), a Sony Ericsson, com 3,4% de participação (4,7% em 2009), e a Motorola, com 2,8% (5,6% em 2009). Em contraste, cresceram a RIM/BlackBerry, com 3,4% de mercado (2,7% em 2009), a Apple/iPhone, com 2,7% (1,9% no ano passado), a HTC, que dobrou de participação, para 1,8% (0,9% no ano passado), a ZTE, que passou de 1,3% para 1,7% e o aparecimento da chinesa G´Five, que conquistou 1,6% do mercado mundial.

A Apple vendeu 8,7 milhões de aparelhos, o que corresponde a um market share de 14,2% no segmento dos smartphones. A marca está na sétima posição mundial na venda de celulares e é a terceira empresa na venda global de smartphones. Quanto aos sistemas operacionais dos telefones inteligentes, o Android ultrapassou o iOS, do iPhone. A venda total de smartphones chegou a 61,6 milhões de unidades e os sistemas operacionais mais usados são o Symbian (Nokia e Samsung), com 41% de market share, o RIM (BlackBerry), com 18,2%, o Android, com 17,2% e o iOs (iPhone), com 14,2%.

Sérgio Damasceno | 16/08/2010 | 14h28

29 de jul. de 2010

Definir políticas voltadas a padronizar como os usuários de equipamentos móveis precisam se comportar no ambiente corporativo, em especial, para evitar problemas com segurança.

Acesso de celulares pessoais em redes corporativas é desafio para TI

Estabalecer regras e solicitar que funcionários leiam as políticas é só o começo. Existem questões legais que devem ser observadas pelo TI.


Muitos departamentos de TI descobriram que não adianta brigar para que os funcionários da organização utilizem apenas os dispositivos da empresa para acessar a rede corporativa. A saída encontrada para lidar com a situação é definir políticas voltadas a padronizar como os usuários de equipamentos móveis precisam se comportar no ambiente corporativo, em especial, para evitar problemas com segurança.

“Com a chegada do Android e do iPhone no ambiente corporativo, a era do hardware padrão dentro das empresas está com os dias contados”, afirma o vice-presidente da consultoria Gartner, Phillip Redmond “A maioria das corporações vai aceitar essa participação dos smartphones no dia-a-dia. Para tal, devem estabelecer boas práticas e processos orientados ao uso seguro dos dispositivos", complementa.

Por boas práticas, Redmond entende providências como a segmentação dos funcionários de acordo com a mobilidade e demanda por aplicativos usados no smartphone ou no telefone celular. Outro ponto-chave é a adoção de uma plataforma ou de um serviço para gestão da configuração e da segurança dos dispositivos.

Responsável por gerenciar as atividades do departamento de mobilidade da Symantec, Khoi Nguyen sugere uma aproximação sistemática e com mente aberta. Segundo Khoi, os elementos críticos nessa tarefa são: a gestão de aplicativos e de dispositivos; revisão dos recursos de segurança às políticas definidas, que devem estar atualizadas e ser seguidas por todos os participantes; e, por último, a criação de alertas para casos de conexões não permitidas.

No ambiente legal

Muitas empresas adotam uma postura padrão: exigir que os funcionários leiam as regras sobre o uso dos dispositivos móveis e assinem um documento, antes de acessar as informações da rede corporativa com o smartphone ou o celular particular.

O consultor da Farpoint Group, empresas de serviços que trabalha na implementação de dispositivos móveis no ambinte corporativo, Craig Mathias, aponta para um ponto fundamental nesse tipo de política: “A grande questão é de ordem legal – no acordo entre funcionário e organização – sobre o direito da empresa de instalar um software no aparelho particular do profissional.”

Para o presidente da Enterprise Mobility Foundation - entidade que reúne desenvolvedores e especialistas em mobilidade corporativa -, Phillipe Winthrop, as empresas precisam ter em mente de que não dá para usar tecnologia para prevenir eventuais problemas com o acesso móvel à rede da companhia. A questão, na visão dele, depende mais de cultura do que de ferramentas.

“O funcionário precisam entender que e-mails corporativos são propriedade da empresa. E se ele tentar acessar outras áreas da organização com o smartphone, a companhia tem todo direito de saber disso e de se proteger desse tipo de acesso desautorizado”, ressalta Winthrop.

John Cox | Network World/EUA | 26/07/2010 | 13h07



29 de jun. de 2010

Você já pode buscar CEP e rastrear encomendas pelo celular.

Serviços dos Correios chegam aos celulares

Site para acesso móvel Correios Mobile foi lançado nesta terça-feira (29).
29/06/2010 - 16h11

Usuários podem buscar CEP e rastrear encomendas, entre outras opções.

Usuários de celulares com navegadores para acesso à internet já podem consultar alguns serviços dos Correios diretamente de seus smartphones.
Lançado nesta terça-feira (29), o site móvel Correios Mobile oferece, inicialmente, busca de CEP, simulação de preços de envio de encomendas, rastreamento de objetos, consulta de agências e Fale com os Correios.

Os serviços iniciais do Correios Mobile permitem, por exemplo, que o usuário consulte um código de endereço postal para calcular o preço do envio da correspondência ou inserir o endereço no GPS do aparelho. É possível também fazer a busca de uma agência mais próxima para realizar a postagem e, depois, rastrear a remessa.

De acordo com a empresa, os serviços oferecidos pelo celular são os mais procurados pelos 20 milhões de internautas que visitam o site dos Correios mensalmente. O site já registra 40 mil acessos mensais via celular.

O Correios Mobile já pode ser acessado no endereço m.correios.com.br, a partir de smartphones com navegadores web.