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7 de fev. de 2012

Assumir os próprios erros pode ser um bom começo para uma gestão mais eficiente

 

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São Paulo - O mundo corporativo é repleto de homens de negócio que sabem fazer a diferença. Seja porque tomam decisões rápidas, porque administram bem a companhia em um momento de crise, ou, até mesmo, porque conseguem formar uma equipe alinhada com os interessas da empresa.

Mas as empresas não contam apenas com bons executivos. O professor Sydney Finkelstein, especialista em gestão, decidiu investigar a fundo os fracassos empresariais e os principais erros cometidos por administradores malsucedidos. 

Durante seis anos, Finkelstein estudou 50 empresas e realizou mais de 200 entrevistas com executivos que fracassaram. Ao final, o professor reuniu 7 erros comuns e fatais cometidos por eles:

Dominam o ambiente: um dos erros mais comuns  dos executivos fracassados tem a ver com a ideia de eles se enxergarem como a própria companhia, ou seja, têm a necessidade de dominar o ambiente a ponto de não permitir a evolução natural da empresa.

Não separam interesses pessoais e profissionais:
eles se identificam tanto com a empresa, que não existem barreiras entre seus interesses pessoais e os interesses da companhias. Na cabeça deles, trata-se de uma única coisa.

Têm todas as respostas: eles se julgam tão capacitados que têm todas as soluções para todos os problemas da companhia. Normalmente, costumam ser rápidos na hora de propor soluções

Ninguém é mais capaz que eles:
alguns executivos se consideram tão completos, que acreditam que não precisam de mais ninguém, mesmo porque, ninguém poderia ter uma ideia ou solução melhor que a deles.

Não voltam atrás: quando tomam uma decisão, mesmo que seja a errada, normalmente não dão o braço a torcer.

Têm dificuldade para superar obstáculos: ficam intimidados com obstáculos e não conseguem encarar um problema como algo temporário e que pode ser ultrapassado.

Gastam tempo demais com a imagem da empresa:
alguns gestores acreditam que só precisam cuidar da imagem da companhia e esquecem que também são pagos para resolver outros tipos de problemas.
Em resumo, os que realmente fracassam não têm a humildade de admitir as próprias falhas, simplesmente porque se acham perfeitos. É claro que, se você percebeu que está cometendo um ou mais dos erros listados acima, ainda há uma esperança – e mude o quanto antes.

29 de jun. de 2010

Veja 10 momentos bizarros das empresas de tecnologia.

As 10 campanhas de marketing mais tacanhas do mundo da Tecnologia

Por IDG News Service -29/6/010 - 17h46

Mesmo empresas como a Apple e a Microsoft, não deixaram de cometer, nos últimos anos, verdadeiras gafes e momentos hilários para o público. A boa imagem das empresas, e dos respectivos produtos, sempre é motivo de preocupação, principalmente, em eventos públicos ou campanhas publicitárias. No entanto, mesmo empresas como a Apple e a Microsoft não escaparam, nos últimos anos, de momentos desastrosos.

Abaixo, selecionamos 10 momentos bizarros das empresas de tecnologia.

1. O vídeo viral da MSI 
A MSI, fabricante de computadores, tentou, em 2009, alcançar a popularidade com o comercial - Guy Catches Laptop With His Butt - publicado na web. O clipe mostra uma dupla de rapazes jogando os laptops da companhia e segurando os produtos entre as pernas. A proposta da MSI era destacar os produtos super finos da linha de laptops X-Slim.
Você pode imaginar como os executivos assimilaram o vídeo? No fim, foi uma maneira de alcançar o público universitário.
Obviamente, a MSI não conseguiu perceber que existe grande diferença entre fazer as pessoas rirem e fazer as pessoas comprarem.

2. O erro de marketing da Sony
Em 2006, a Sony contratou uma empresa de marketing para criar uma suposta campanha "voluntária", voltada ao público adolescente, para o Playstation Portátil (PSP). O protagonista era um "adolescente", que, exclusivamente, blogava sobre como ele e seus amigos realmente queriam um PSP no Natal.
Logo foi descoberto que a campanha tinha sido registrada pela agência Zipatoni e a farsa foi descoberta.
Posteriormente, a Sony publicou uma nota admitindo que estava por trás da fracassada tentativa de marketing. Dias depois, o blog e todos os vídeos desapareceram  (dica: você ainda pode vê-los via archive.org). Em uma declaração feita à BusinessWeek, o então chefe de comunicação da Sony, David Karraker, chamou o projeto de "uma ideia de marketing mal executada". Assista, aqui.

3. Projeto musical da Microsoft
Em 2009, a Microsoft criou um vídeo promocional de quatro minutos do, então, lançamento Songsmith. O software permite que o usuário cante, acompanhando faixas de apoio personalizadas, no melhor estilo "American Idol".
O vídeo, infelizmente, foi mais um rascunho do Saturday Night Live, do que qualquer outra coisa.

4. Bill Gates e Jerry Seinfeld
Este foi uma dos movimentos mais bizarros da publicidade de tecnologia. A Microsoft gastou 300 milhões de dólares em uma curta série de comerciais com Jerry Seinfeld e Bill Gates, em 2008. A ideia, disse a Microsoft, foi ajudar a "envolver os consumidores" e " criar uma conexão emocional".
Essa conexão começou com um anúncio de dois minutos mostrando a estranha dupla comendo churros e fazendo compras de sapatos. Na verdade, ninguém entendeu a campanha inteira.

5. Não copie este disquete
A associação de mercado SIIA, Software & Information Industry Association, é talvez mais conhecida por seu vídeo de rap "Don't Copy That Floppy", dos anos 90, do que por qualquer outra razão.
Por isso, em 2009, foi produzida uma versão atualizada do hino, agora como "Don't Copy That 2", atualizando a letra, de acordo com as novas tecnologias e os casos violação de direitos autorais.
A tecnologia pode ter mudado, mas o rapper do vídeo ainda é o mesmo, tentando convencer a juventude norte-americana que a partilha de arquivos poderá resultar em multas e prisões.

6. Apple vai à escola
Independentemente, do que você pensa de seus produtos, é difícil negar, a Apple é brilhante em termos de marketing. Mas a companhia nem sempre acerta.
Vamos voltar aos anos 80, quando a Apple lançou um anúncio para o seu computador Apple IIc.

7. Packard Bell aprende uma lição
Em meados dos anos 90, a fabricante de computadores, Packard Bell, lançou uma campanha que tentou comparar o mundo a um tipo de floresta pós-apocalíptica, oprimindo humanos, que empurram carros e andam sobre pontes. No centro de tudo isso fica uma biblioteca pública. A mensagem do anúncio era:
Por que se sujeita a mundo como esse se você pode ficar em casa e fazer tudo do seu computador Packard Bell?
A campanha, basta dizer, falhou.

8. A festa de lançamento do Windows 7
O vídeo intitulado como "HostingYourParty" foi um tentativa da Microsoft de chamar a atenção para o novo sistema operacional da empresa, o Windows 7. A campanha não poderia ter sido mais frustada. Basta ver o vídeo do lançamento e você vai logo entender.
O Windows 7, embora longe de ser perfeito, foi uma enorme melhoria sobre o Vista, seu antecessor. Mas, dar uma festa com atividades temáticas da Microsoft foi um esforço altamente artificial e, pelo menos, garantiu muitas paródias, que essas sim, foram dignas de comemoração.

9. Uma terrível campanha de áudio
Confira este anúncio no Reino Unido originado pela empresa de áudio Amstrad. O produto The Amstrad Studio 100 poderia tornar qualquer "um DJ", mas se esse vídeo com sons horríveis, deixou o produto em apuros.

10. Steve Ballmer e o hino de comédia
Durante a conferência de desenvolvedores da Microsoft, no início de 2000, Steve Ballmer, atual CEO da Microsoft, criou um clássico cult de comédia ao gritar: "Developers! Developers! Developers!". Assista o vídeo.
(JR Raphael)


Mais do que nunca, o Twitter faz dos fatos a comunicação instantânea.

Anúncio com erro sobre eliminação do Brasil na Copa vira piada no Twitter
O grupo Pão de Açúcar, dono do Extra, diz que o equívoco foi do jornal

29/06/2010 às 14h30


O anúncio correto é esse



Uma peça publicitária com a mensagem de que o time de Dunga teria sido eliminado da Copa do Mundo virou motivo de piadas entre usuários do Twitter nesta terça-feira (29). O Brasil eliminou o Chile ao vencer por 3 a 0 a partida disputada ontem.
A propaganda diz “A ‘I qembu Le sizwe’ sai do Mundial. Não do coração da gente”, em letras grandes. No texto menor, explica:

- Na África, no idioma Zulu, ‘I qembu Le sizwe’ é SELEÇÃO. Valeu, Brasil. Nos vemos em 2014.

Entre as piadinhas estão:
- Secador oficial da seleção (@WelderMM)
- Estão pensando em abrir um extra em Buenos Aires (@montmello)
- Se dependesse do pessimismo do Extra e da Folha de S. Paulo, o Brasil tinha perdido pro Chile! (@amanditacosta)
- Mega mico do estagiário, rs (@lazarofreire)
- Isso é que é acreditar no Brasil heim? (@nisnoopy)
- Ejaculação precoce - Folha de S. Paulo divulga anúncio do Extra sobre eliminação do Brasil da Copa (@blogosphera)
- Por essas e outras que Dunga e seleção dizem que a imprensa está contra a seleção brasileira na Copa (@AraujoRodolfo)

O grupo Pão de Açúcar, dono do Extra, informou que enviou ao jornal duas opções de anúncios, uma para o caso de vitória do Brasil contra o Chile e outra para eliminação do time brasileiro.

Em nota, a empresa varejista esclareceu ainda que hoje deveria ter entrado o anúncio da vitória, mas, por “erro humano”, saiu impresso o da derrota do Brasil.

- O Extra lamenta o erro ocorrido hoje na veiculação do anúncio no jornal Folha de S.Paulo. A Folha errou na seleção do material para publicação e irá se retratar publicamente com a correção do material visto que, como patrocinador da seleção, a rede Extra tem sido uma entusiasta do time brasileiro.

Em outra página do mesmo caderno especial, a Folha anuncia, hoje, a transmissão de um jogo do dia anterior. A peça da rádio Transamérica, publicada no jornal, ironiza o Chile: “para quem tem a Cordilheira dos Andes como vista, voltar para a casa não é tão ruim”, sugerindo a eliminação da seleção rival.


O  presidente do conselho de diretores do grupo Pão de Açúcar, Abilio Diniz, disse nesta terça-feira (29) que o erro do jornal Folha de S.Paulo com o anúncio da rede de supermercados Extra é "inadmissível". A peça publicitária sugeria que a seleção Brasileira foi eliminada da Copa do Mundo no jogo contra o Chile, ontem.
Em um post no Twitter, Diniz disse estar "ao lado dos que se indignaram com o anuncio publicado erroneamente pelo jornal". O executivo disse ainda que a empresa não compartilha com a "impunidade" e que irá tomar providências sobre o assunto, para "responsabilizar os culpados".

Mais cedo, o Pão de Açúcar informou que enviou ao jornal duas opções de anúncios, uma para o caso de vitória do Brasil contra o Chile e outra para eliminação do time brasileiro.

A peça publicitária diz “A ‘I qembu Le sizwe’ sai do Mundial. Não do coração da gente”, em letras grandes. No texto menor, explica: "Na África, no idioma Zulu, ‘I qembu Le sizwe’ é SELEÇÃO. Valeu, Brasil. Nos vemos em 2014".

Em nota, o grupo Pão de Açúcar esclareceu que deveria ter entrado nesta terça-feira o anúncio da vitória, mas, por “erro humano”, saiu impresso o da derrota do Brasil.

- O Extra lamenta o erro ocorrido hoje na veiculação do anúncio no jornal Folha de S.Paulo. A Folha errou na seleção do material para publicação e irá se retratar publicamente com a correção do material visto que, como patrocinador da seleção, a rede Extra tem sido uma entusiasta do time brasileiro.