19 de jul de 2010

O supermercado brasileiro cada vez mais automatizado.

Mercados na Era digital



Mercados na Era digital

Entrar em um supermercado e ser identificado por meio de uma rede sem fio daempresa; em vez de mostrar os documentos na hora da compra com o cartão de crédito,colocar apenas o dedo no leitor biométrico, parece coisa de cinema, mas não é mais. Alguns supermercados já adotaram essas práticas para oferecer um serviço inovador e com rapidez.
Assim como o Pão de Açúcar do Iguatemi, os clientes recebem um aparelho portátil com leitor de código de barras e usam carrinhos com monitores para acompanhar o valor da compra a cada produto selecionado.
Já para quem não gosta de ficar carregando as compras, o supermercado oferece o"Personal Shop", um serviço que o consumidor seleciona as compras pelo código de barras e programa a entrega em casa, sem ter que ir até o caixa, empacotar e levar até o carro.
Na unidade do Panambi, não é necessário nem ter os documentos nas hora de pagar com cartão de crédito, o mercado já adotou a tecnologia de leitura biométrica.
Além do Pão de Açúcar, unidades do hipermercado Extra em Brasília implantaram as etiquetas digitais, que permitem a mudança automática dos valores de cada produto, assim como acontecem com mudanças repentinas em promoção.
Na rede Walmart, essa modernidade é uma consciência social e ambiental. Há caixas específicos e mais rápidos para quem não usar sacolas plásticas.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Comerciários, a tendência é que os mercados se tornem cada dia mais informatizados, já que com isso existe ganho de tempo e reduzem a mão de obra.

Com tanta tecnologia ao nosso favor, vai ser difícil se aborrecer em um supermercado agora, não é?

Karen Möller | 19/7/2010 | 9h


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