30 de ago de 2010

Tanto se fala nela, mas ... como lucrar?

ByMK fatura como rede social

O site de moda recebe 500 mil visitantes por mês e tem parcerias com empresas como C&A e Hope


São Paulo - O ByMK, rede social de moda, reúne mais de 150 mil usuários cadastrados, entre interessados e experts no assunto. Criado por dois executivos de tecnologia, o site começou como uma brincadeira de família.

"Nossas esposas gostavam de moda e resolvemos fazer o site para passar o tempo mesmo", conta Renato Steinberg, um dos sócios fundadores.

Com o tempo, a brincadeira ficou séria e Renato Steinberg e Flavio Pripas resolveram se dedicar integralmente ao negócio, deixando de lado os empregos no mercado financeiro. "Saímos meio sem saber como ganhar dinheiro com o site", conta Steinberg. "Mas tínhamos um plano de metas bem feito. Caso não desse certo, ainda tínhamos como voltar ao mercado", diz.

Como faturar na internet?
Criado em 2008, o site começou a crescer e um ano depois alcançou 160 mil usuários cadastrados, que passam mais de meia hora todo dia navegando e montando looks com roupas, sapatos e acessórios disponibilizados no site.

Foi em 2009 que Flavio e Renato começaram a pensar nos modelos de negócio que o site podia ter. Além da venda de publicidade, a dupla fatura com concursos culturais, como o que a marca de sapatos Carmen Steffens promoveu recentemente, com banners e com a exposição de alguns produtos patrocinados em destaque.

Depois de um cadastro gratuito, os usuários podem navegar pela rede, montar modelos, criar grupos e discutir os produtos e as marcas disponíveis. Para os sócios, é a especificidade da rede que atrai os anunciantes. "Os nossos usuários fazem parte de um nicho bem demarcado", explica Steinberg.

Próximos passos
Segundo Steinberg, a rede social está prestes a passar por uma reformulação e deve receber novas ferramentas e uma mecânica remodelada para atrair mais usuários e fazê-los participar mais.

Além disso, os sócios acreditam que, apesar de ainda pequena, já está na hora da empresa crescer. "Estamos procurando um investidor. Para passar para um próximo patamar, precisamos  de uma injeção de capital", diz Steinberg.

Priscila Zuini | 30/08/2010 | 14h15 



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